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quarta-feira, maio 21

surpresa

pela primeira vez abri o correio e nem um spam;
surpresa, estupefacção, incrédulo;
até fui confirmar se era verdade, e era mesmo, não tinha spam;
aleluia...

domingo, agosto 12

earth


devagar, devagarinho, quase que insidiosamente, o google preencheu quase todos os nossos espaços na relação com a net;
primeiro pelo motor de busca (que se epecializou - imagens, livros, académico), depois pelo blogger, depois ainda pelo correio electrónico, mais recentemente pelos vídeos e pela imagens exteriores de nós mesmos;
já sucumbi a tudo isto; ainda que, de quando em vez, opte pela concorrência, seja para efectuar pesquisas cruzadas (desde que plataforma de pesquisa não seja do google), seja nas traduções (continuo a preferir o Babel Fish, do AltaVista);
hoje divirto-me com o google earth; um mimo;

quarta-feira, agosto 1

TV Évora


há já algum tempo que tinha ouvido falar da TV Évora, só agora dei com ela;
duas notas;
uma boa ideia que peca por se restringir à denominação de Évora, que faz logo com que se criem alguns anticorpos por outras bandas; há quem me diga que defendo a região por que sou de Évora, mas esta seria uma abrangência mais adequada e com maiores possibilidades de afirmação;
a clara afirmação que a Net poderá ser um veículo de afirmações globais face a particularidades individuais; é, assumidamente na sua apresentação, um projecto sem fronteiras, as elas são fundamentais para percebermos em que campos nos movemos;
já agora, que esteja actualizada, apontamentos de Maio estão algo desajustados, não apenas face ao tempo, mas também às pretensões apresentadas quando referem que optam por mostrar o que há de bom, e há muita coisa;

sexta-feira, julho 20

história do futuro


como curioso pela História, esta entrada de um conterrâneo, amigo e companheiro, levou-me a considerar algumas ideias sobre o papel desta disciplina em termos futuros;
em face da panóplia de fontes de registo como se traduzirá a História no futuro?
em face da existência de tantas fontes de registo, como a tv, máquinas digitais, blogues, qual será a ideia que iremos deixar aos nossos bisnetos ou trisnetos ou qual a ideia que eles criarão de nós mesmos?
hoje, para uma pessoa como eu, oriundo da classe média urbana em que os pais migraram para a cidade e eram filhos de poucas posses, não tenho grandes registos dos meus antepassados; possuo alguns apontamentos meus, particularmente imagens da minha infância e adolescência, mas dos meus pais menos ainda e os que existem eram eles já bem granditos; dos meus avós ainda menos, apenas uma imagem pretensamente do meu avô materno fardado nem se sabe por que ou para quê e mais nada, rigorosamente mais nada;
agora para o futuro já se pode contar com um acervo significativo, que se afirma com os avós dos meus filhos, se alarga pelos seus pais e que inclui toda uma gama de registos dos filhos; será parte deste acervo que transitará para aqueles que serão (em princípio) os meus netos e que, a partir deles, construirão imagens, ideias que vão para além do dito, da construção oral;
como será a história do futuro?

quinta-feira, julho 19

evolução


na tecnologia há uma evolução "quase" que natural;
já fiz o up grade do pc de secretária e, agora, resolvi começar a comprar material periférico sem fios;
uma coisa de cada vez, de modo a não se estranhar muito;

domingo, julho 8

diário


quando era novo (mais novo) tive um diário onde escrevia sobre aquilo que pensava e sentia; era uma forma de exorcizar sentimentos e pensamentos;
mais tarde, quando comecei a trabalhar, optei por cadernos de apontamentos; os primeiros eram grandes, andavam na pasta que gostava de passear; serviam para registar os pequenos acontecimentos, reuniões, afazeres, etc;
rapidamente evoluiram para aquilo que sempre designaram como livro de merceeiro, um pequeno bloco de apontamentos, capa dura, a emitar o livro de actas ou do merceeiro de antigamente;
logo no início de 2000 descobri os Moleskines e nunca mais os abandonei;
gosto de registar pequenos apontamentos, pequenas ideias, entre sentimentos e ideias soltas há de quase tudo, uns mais introspectivos, outros mais sentimentalóides, outros apenas pequenas referências para mais tarde me situar, face aos dias e aos acontecimentos, como face a mim mesmo;
há precisamente 4 anos atrás, neste mesmo dia, 8 de Julho, liguei-me à blogosfera;
terá sido, eventualmente, uma extensão de mim mesmo, da minha escrita, dos meus pensamentos;
agora cresço não apenas em mim, mas com os outros, nos outros; deixei uma escrita isolada e estritamente individual, para partilhar ideias e descobrir outras formas de nos pensarmos;
descobri amigos, fiz amizades, criaram-se cumplicidades, umas na blogosfera (o Miguel, a Sofia) outras que vão para além disso mesmo (o António, o DD, o Joanete Esquerdo, o Mário e a Patrícia, alguns anónimos), que sei que por aqui passam, ideias diferentes, ideias divergentes mas que, entre todos e com todos há pequenos sentimentos comuns, partilhados, feitos de cumplicidades e de algumas amizades;
é uma auto-satisfação, reconheço, chegar a este dia e comemorá-lo como se de aniversário próprio se tratasse, mas é, acima de tudo, o reconhecimento que por aqui continuo e me sinto, como é o agradecimento àqueles que, como costumo dizer, têm pachorra de me ler;
a escrita cresceu como eu e comigo; muita das vezes desconheço se a minha escrita sou eu ou se sou apenas a minha escrita; sei é que não consigo passar sem este espaço, nem esta forma de me pensar, mesmo quando não penso em nada...
é um diário, de ideias seleccionadas, de pensamentos partilhados, de opiniões divididas, mas é um diário...

sábado, julho 7

dia global


hoje é um dia global;
entre as maravilhas do mundo e o sos terra, os instrumentos são os da globalização para combater a globalização ou, apenas e simplesmente, para alertar globalmente para os problemas da globalização;
há muito que é perceptível que os recursos naturais são imensamente escassos para fazer face ao crescimento da população e da própria qualidade de vida da população;
até ao final do século XIX existiam dois factores "naturais" de repor este equilíbrio, as guerras (alargavam espaços territoriais, para além de reduzirem população) e as epidemias;
hoje as guerras são circunscritas a espaços e as epidemias controladas;
o único factor agora de equilíbrio somos nós mesmos, a nossa consciência face às limitações de um espaço que é finito;
e nunca é demais chamar a atenção para esse facto que, de tão evidente, nos esquecemos;

cartas


há muito que não escrevo uma carta, daquelas em papel, com caneta ou esferográfica e a coloque no correio destinada a alguém;
para além de, na generalidade, quando escrevo optar pelo pc há muito que não escrevo com destinatário próprio;
estas tecnologias substituiram, em muito, essa coisa bonita de escrever cartas à mão e ficar à espera de uma resposta, quando vinha;
agora, os e-mail, o sms ou mesmo o blogue substitui o abraço encarecido e algo ternurento da carta;
outros tempos, outros modos;

segunda-feira, julho 2

coisas a brincar


há prazeres e prazeres;
juntar vários, pelo menos dois, é um prazer pelo menos redobrado;
ele há coisas que por cá temos algumas dificuldades em encontrar, mas gostava :)

domingo, julho 1

curiosidade


há coisas que nos chegam por e-mail e que não merecem grande comentário ou que se perca muito tempo com elas;
outras existem que nos aguçam e espicaçam a curiosidade;
esta imagem é uma delas;
será que se pensa que existe alguma coisa do outro lado?
será que se perspectiva que apenas está de costa para nós por atitude mais ou menos púdica?
será que pensa encontrar algo antes não visto?
será por mera curiosidade?

quarta-feira, junho 13

da janela


um poeta português dizia qualquer coisa como (cito de cabeça) a minha praça é o mundo, o mundo é a minha praça;
o Abrupto, um espaço com o qual simpatizo, apesar das divergências, oferece-nos uma outra perspectiva, a de olharmos o mundo a partir da janela que é a blogosfera;
já a imagem que desde sempre ilustra o referido blogue, nos remete para essa ideia, a de espreitar pela janela, vendo quem está ou o que está do outro lado;
a nossa praça alarga-se, estende-se ao mundo;
será que, com esta dimensão macro não se perderá o sentido da proximidade? ou se ganha em proximidade aquilo que se perde em pormenor?

portal

um portal à antiga, seja ela portuguesa ou estrangeira, com a particularidade de nos arrumar as coisas de modo racional, prático e pertinente;
acresce a pertinência de ser desenhado por conterrâneos;