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quinta-feira, junho 12

final


afinal não sou só eu que me apresto para o final;
Luís Borges dizia que tudo o que era biológico tinha um princípio, meio e um fim; durasse uma hora, um dia, um mês, um ano ou uma vida;
chega ao fim o período Scolari, onde se provou (como nos anos 60 do século passado) que santos da casa não fazem milagres - foi Scolari no futebol, foi Melnychuk no basquete, entre outros);
e não é apenas no desporto que assim é - ou gostamos que seja;

quarta-feira, junho 11

entretanto


e entretanto, no meio de crises e constrangimentos, de agruras e dificuldades, distraímo-nos com o Europeu, com a bola;
a contestação será inversamente proporcional aos resultados, quanto melhor o desempenho da selecção, mais fraca será a contestação; andaremos ocupados nos festejos;
e não é apenas por cá...

sábado, junho 7

finalmente

enfim o Sol e o primeiro dia de jogos;
prevê-se casa cheia e, pelo menos de princípio, sorrisos rasgados, ânimo e vontade para o banho turco;
no final logo se verá se as expectativas são fundadas ou se, pelo contrário, puxamos da calculadora e começamos a fazer contas...

segunda-feira, maio 12

sobre o fim

terminou o campeonato da amargura (dos benfiquistas, pois claro);
um quarto lugar sem apelo nem agravo, fruto da qualidade e da desorientação;
resta-nos agora esperar pelos nervos do europeu para podermos gritar e sofrer;
e entretanto tudo o mais segue, serenamente, o seu caminho;

quarta-feira, abril 16

no sofrimento

este ano é para sofrer;
sofrer em todas as frentes - a pessoal, assente num projecto de investigação em que o fim está ainda muito afastado, na profissional, em que na escola se sente o descontentamento, a fartura, o cansaço de ausências, e na desportiva enquanto benfiquista, em que não vale a pena enumerar o que quer que seja;
o sofrimento de que dou agora conta é para logo mais, para aquele embate em que nem a taça nos aquece (aos benfiquistas), enregelados que estamos com um campeonato tão torto e enfadonho quanto os dias;
resta-me ganhar calo nas mãos, de tanto esfregar, e fazer votos que será para o ano;
será??

domingo, dezembro 2

do triste


ontem, em dia de amenas cavaqueiras cá por casa, de confraternização e amizades, ao princípio da noite fiquei assim;
tristonho e macambúzio com aquele resultado;
enfim, contrariedades...

quarta-feira, novembro 7

do ontem

no dia de ontem uma tarde, no parlamento, para recordar que saudades só do futuro;
uma noite, escocesa, para esquecer, em particular aquela segunda parte...

terça-feira, agosto 21

d. sebastião


não gosto de mitos, menos ainda daquele que nos consome, a nós povo português, desde o século XVI, o mito de D. Sebastião, aquele que partiu e que, um dia, regressará para recuperar o brilho, a aura e a glória de outrora;
é um sentimento que nos entorpece, nos bloqueia, nos desculpabiliza sem desculpa;
reconheço (quem sou eu para uma afirmação destas, mas tábem) competência e algum currículo ao novo treinador do glorioso; mas o regresso ao passado corre o risco de se ficar pelos sonhos, pelas expectativas, pelos anseios;
talvez sirva para, uma vez mais, reforçar o contrário que de Espanha...
a ver vamos...

segunda-feira, agosto 20

de saída


não há expectativas que se aguentem quando os resultados e as exibições são o que são;
depois de terminar uma época de forma penosa e arrastada, o início desta ditou o fim de um ciclo;
será que se adivinhava?
o senhor que se segue...

terça-feira, agosto 7

frente-a-frente

sem imagens, por que uma palavra vale mais que muitas imagens juntas, para apenas dizer que aquela vitória, no passado Domingo, me deixou reconfortado, pleno quase de satisfação;
só não foi uma plena satisfação porque nem nem outro jogaram coisas que se vissem para esta altura do campeonato - o SCP tem um tira teimas no fim-de-semana com o FCP e o glorioso uma primeira prova de fogo na terça seguinte;
mas que foi bom lá isso foi - até fumei um cigarrito logo depois :)

domingo, agosto 5

frente-a-frente


logo mais decorre o primeiro derby nacional;
vale o que vale se é que vale alguma coisa;
para mim, se o glorioso vencer vale tudo, vale quase por uma época; obviamente que se perder, pelo contrário, é um jogo a feijões, daqueles em que os primeiros grãos são para os pardais;
a ver vamos como se encaixam uns e outros, como se confrontam expectativas e rivalidades;
curioso q.b. para perceber se ainda falta muito para que o SLB tenha uma equipa capaz de rivalizar internacionalmente ou se ficamos, uma vez mais, à espera;
logo se vê...

quinta-feira, junho 14

saudades


cá para mim, este senhor é um saudosista dos velhos tempos;
daqueles tempos em que os portugueses apreciadores da bola, eram craques da matemática, da combinação aleatória de resultados para saber a percentagem das hipóteses de nos safarmos quando, os craques, mais não fizeram que se passear por um qualquer relvado;
é o regresso à contabilidade matreira que faz com que esta geração precise de um outro treinador, melhor em matemática, melhor na táctica da organização do jogo;
são os velhos tempos que, de quando em vez, nos trazem à realidade nacional;

segunda-feira, maio 21

recusa


sem justificação, nem explicação hoje recuso-me a comprar jornais;
estou em blackout informativo;

segunda-feira, abril 16

bola


Na semana passada o filho fez anos, entre as dúvidas da prenda de anos calhou o desafio de ir ver o Benfica;
foi essa a prenda de anos; fomos na passada 5ª feira ver o glorioso empatar com o Espanhol de Barcelona;
há muito que não ia à catedral; fiquei com duas ideias;
uma que nos transfiguramos perante a mole de gente, o meu filho saltava, gritava e gesticulava como não o tinha ainda visto fazer; disse que ao vivo é diferente; e é;
depois, perante os empates, que ao vivo foi bem pior que ver na televisão; na tv vimos o que o realizador pretende e entende, ângulos fechados e estreitos a prender o espectador ao deslizar da bola; no estádio somos nós que escolhemos o ângulo, o sítio onde poisamos o olhar e temos oportunidade de ver as carências e as estratégias dos treinadores; fiquei com a ideia que o gloriosos está cansado, que não tem banco como não tem engenho;
o resultado de hoje (2ª, frente ao Braga, 0x0) é disso exemplo, trapalhão, arrastado, sem ideias nem soluções;
e pronto, coisas da bola;

domingo, janeiro 28

vá lá


apesar de rijinhos, apesar de bem cozidinhos, lá se paparam os ditos pasteis de belém; a azia ainda ameaçou, mas nada que fosse além da ansiedade, da espectativa;
este já está; e neste fim-de-semana já ganhámos em vários campos;
teremos pernas e engenho para persistir?

sábado, janeiro 27

a união


apetece-me escrever que a união faz a força, mas sinto algum receio que os pastelinhos de belém me possam azedar o estomago depois do jantar;
como o cego da minha terra costuma dizer, logo se verá.

quinta-feira, janeiro 11

reforço


o glorioso teve o seu primeiro reforço de Inverno, um valente atestanço de petrodólares;
pode não significar nada cá para aquilo que nos interessa (campeonato, taças, etc) mas que é um reforço lá isso é;

segunda-feira, janeiro 8

juntos



na minha entrada sobre o resultado da taça entre o FCP e o ACP fiquei a saber que o autor do golo (ganda golo) já esteve por estas paragens alentejanas;
levou-me a pensar sobre o que é isto do futebol na cidade de Évora e no Alentejo de um modo geral;
estou certo que existirão variados pensadores que dirão que a culpa é da câmara municipal e em particular do seu presidente, no caso de Évora;
o Lusitano tem um história vasta, tendo militado na 1ª divisão nos anos 60; o Juventude, menos brilhante, esteve lá perto, no início dos anos 80 e só não subiu pela tradição e pelo peso proletário e social que transporta consigo (já agora e aqui sim, sou juventudista desde pequenino e só não tenho os anos de sócio que tenho de idade porque os senhores fizeram a grata figura de me limpar dos registos);
em tempos militaram na então segunda divisão; com a reestruturação do futebol nacional e a criação das ligas profissionais cairam para o nível dos então regionais de onde poucas hipóteses têm de sair, seja por falta de apoios, seja por manifesto voluntarismo clubístico de um e de outro, seja por clara incapacidade de alimentar escolas de formação que não sejam para vender;
consequência de toda uma política desportiva, mais por responsabilidades próprias que alheias (por muito que digam o contrário), o certo é que Évora, património mundial, centro social e político, charneira regional não tem, nem se vislumbra vir a ter, uma equipa digna desse nome;
há anos atrás, ainda questionei, se não seria interessante criar um equipa de Évora forte e de combate e tanto Juventude como Lusitano se ficarem pelos escalões de formação? não cairam as colunas do templo dito de Diana por que não calhou;
são estas as causas que fazem do Alentejo uma vasta zona de ninguém e de coisa nenhuma;
e assim permanecerá porque juntos nem mortos;

domingo, janeiro 7

de pequenino

é o que dá quando não se valorizam os adversários, independentemente da divisão que se disputa;
fez-se taça, hoje tal como com o Gondomar há anos atrás;
O senhor professor não se deve dar com os ares dos pequenos;
acrescento a isto uma inconfidência, sou do Atlético desde pequenino:)

segunda-feira, dezembro 11

da batalha

a batalha naval de ontem :( acertou em cheio num dos navios da frota;
as consequências e a importância deste tiro só lá mais prá frente se irá perceber;
para já, a confirmação que nem em engenharia naval nos safamos;