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sábado, junho 7

visitas

quase no fim, descubro novas visitas, passantes que partilham gostos e preocupações;

quinta-feira, junho 5

rendição

rendo-me ao mundo do (ou da) google e tenho quase tudo no Igoogle;
interessante para perceber que cada vez mais este é um mundo ligado e de ligações, um mundo on-line;
e ainda me impressiona perceber que há colegas que estão afastados (não sei se é feliz ou se infelizmente);

segunda-feira, junho 2

recta

muito provavelmente entro em recta final de escrita;
a escrita, esta escrita, já se prolonga há tempo demais;
há que chegar ao fim; há que saber construir o fim;

segunda-feira, maio 19

das coisas

isto de passear de blogue em blogue será curiosidade? interesse? ou simples voyerismo virtual?

da escrita

cada vez mais me apetece escrever cada vez menos...

quarta-feira, abril 30

nomeações


de quando em vez, na blogosfera, surgem indicações, nomeações, referências que são resquícios de ligações afectivas dos inícios deste processo;
uma ou outra vez lá sou referenciado, quase sempre pelo mesmo, pelo amigo Miguel que faz o favor de por aqui passar, de deixar amizades e trazer saudades, animar conversas e agruras (do glorioso e da escola);
foi o que aconteceu uma vez mais; nomeou-me, lá saberá explicar do porquê, e, não fosse eu passar por cima, alertou para a situação, quase que implicando a continuidade desta cadeia de afectos e disposições de escrita;
pois bem, cá ficam as minhas referências, apesar de ordenadas sem uma hierarquia formal ou oficial; são espaços por onde passo quotidianamente para me perceber e para procurar compreender o mundo em que me movimento - são quase todos os que constam do lado, mas para destaque incontornável:

- a Sofia, pois faz os dias assim;
- o Paulo, pois também temos de olhar ao nosso umbigo;
- o Matias Alves, porque navegar pelos mesmos mares é terrear desejos e ambições;
- As senhoras professoras que, com as suas inquietações, despertam curiosidades e revelam o bom senso que conhecimento e experiência permitem;
- o café Portugal cá da terra, porque gosto do convívio e da terra, dos comentários e da discussão;
- o Miguel, porque é, para mim e desde praticamente o princípio, uma referência incontornável do que pode ser um espaço virtual de aprendizagem e partilha;

e pronto venham mais uns quantos...

terça-feira, abril 15

na blogosfera

Há relativamente pouco tempo atrás, falo em tempo Internet, sempre muito fluido, a blogosfera constituía-se como uma repositório de alternativas. Um manancial de pensamento contra-corrente, alternativo, paralelo ao pensamento mais uniforme, mais monocromático da dita comunicação social tradicional.
Poder-se-iam encontrar, nos diferentes sítios existentes, não apenas formas de escrita e de análise bem diferentes daquelas a que estávamos habituados, como quadros de análise que eram óptimos suportes para a desmontagem de discursos, a compreensão dos quotidianos, a análise dos acontecimentos.
A pulverização deste meio, o aparecimento de inúmeros pontos de referência fez o que é habitual aos meios mais massificados, mais corriqueiros, banalizou-se. Hoje ainda é possível encontrar sítios onde o pensamento dominante, o quadro de análise presente não seja uma variação entre o estereótipo e o lugar comum. Mas é bem mais complicado encontrar um sítio destes, necessita-se de uma pesquisa mais fina e de um tempo de busca mais refinado.
A concorrência de um pensamento dominante, que varia entre a análise político-social e a acção governativa, conjugada com uma comunicação social que soube adaptar-se ao desafio concorrencial da blogosfera, determina e impõe as linhas gerais da escrita e da análise das situações. Fez com que os espaços dos blogues perdessem a sua diversidade e se nivelassem por diferenças mínimas na crítica e nos quadros de análise utilizados.
Esta situação conseguiu, inclusivamente, homogeneizar as discussões que, a partir da blogosfera, eram quase que estritamente locais, tinham uma vivência e uma existência justificada pelo local. Foi o aparecimento de blogues sobre os mais diversos sectores locais, desde as maiores cidades aos mais pequenos lugares deste país. Sobre política, sobre cultura, sobre a vida e a dinâmica que estava distante dos jornais nacionais. A blogosfera retirou do anonimato e da indiferença locais e pessoas, ideias e escritas. Mas tem sido também marcada pelo seu próprio sucesso, homogeneizando atitudes, uniformizando escritas, colectivizando ideias, harmonizando interesses.
Permanece actual, presente e pertinente a existência destes sítios. Mais não seja para que se percebam situações ou acontecimentos que fora deste espaço pouca, ou nenhuma, referência têm. Mas carecem também de um renovado espírito crítico, de escritas que não se fiquem pelo lugar comum, pela banalidade dos apontamentos, pela indiferença do anonimato.
A blogosfera foi uma lufada de ar que atravessou a sociedade mediática, mas que necessidade agora de correntes de ar para que se possa renovar. O como e o modo é que é difícil de percepcionar.

quarta-feira, abril 2

da situação

efectivamente apetecia-me parar esta escrita que por aqui produzo e desenvolvo, nem que fosse por uns instantes;
escrevo sobre a escola e dificilmente consigo acrescentar alguma coisa de diferente à enormidade de afirmações, alguns argumentos e muitas opiniões que, por dá cá aquela palha, circulam neste espaço sobre a escola, sobre a educação ou sobre as políticas educativas;
escrevo sobre a minha cidade e sobre a minha região e, nos dias que correm, parece-me que há tão pouco para escrever que os ditos são mais lugares comuns que ideias sobre o nosso papel e o nosso futuro - como alentejanos e como eborenses;
escrevo sobre o que vai comigo e sobre os meus quotidianos e eles são tão banais e vulgares que pouco dirão a quem quer que seja;
depois, um espaço que era fácil de percorrer e identificar tornou-se um labirinto quase que intransponível na divagação que pulula pela net;
pouco me resta nesta conversa; talvez algumas amizades, aqui feitas e sedimentadas (como é exemplo intransponível o Miguel, a Sofia), ou outros que por aqui passam e me lêem, mais para saber como vou ou como estou do que para saber qualquer tipo de novidade;
pronto, vou devagar, devagarinho, para saber quando parar ou como continuar;

terça-feira, abril 1

do dia

vou ficar por aqui, parar;
ou talvez continue;
em dia de mentiras, qual delas será verdade?

terça-feira, fevereiro 26

do comentário

o que mais apreciei nos comentários aos contras da entrevista foi o seu carácter on-line, imediato;
não há tempo para deglutir a mensagem, para assentar o pó;
é imediato, rápido, instantâneo; de quem escreve é assim, de quem lê também será?;
descaímos para o imediatismo virtual, para o comentário do comentador, para a análise ao lance;
a realidade confunde-se com um apontamento desportivo, daqueles que, depois de vermos o lance, se tecem comentários, se analisam posturas e intervenientes;
hoje, depois de algum pó assentar, voltamos ao mesmo;
dividimo-nos como se do clube se tratasse, são mais as paixões que a razoabilidade das perspectivas;

quinta-feira, fevereiro 7

da oficina

não tive problemas, nem com o carro, nem comigo, mas, por entre amigos e curiosidades, alarguei o meu espaço de leitura e passei por esta oficina.
gostei, vale a pena;

quinta-feira, janeiro 31

da consciência

quando escrevo faço para mim mesmo, primeiro porque gosto, mas também para dizer que estou por aqui; depois para, por intermédio da escrita, reflectir sobre as minhas ideias e as minhas coisas;
tenho alguma consciência dos impactos e influências que a minha escrita não tem por essa blogosfera fora;
mas fico sempre muito distante parante alguns comentários, a surpresa daqueles que me leêm;
isto a propósito de uma das minhas entradas estar escarrapachada no espelho de um salão de cabeleireira;
surpresa e consciência que quando escrevemos, por muito que o façamos para nós próprios, vamos muito, mas muito mais além...

segunda-feira, janeiro 21

da referência

tenho consciência que, pelas posições que assumo e defendo, pelo feitio e modos que tenho, não estou referenciado em muitos sítios;
quando dou com um onde estou referenciado, seja pela questões que aqui discuto e opino, seja por uma qualquer outra, fico contente e retribuo;
descobri que estou referenciado num blogue sobre patrimónios, certamente porque faço parte de um qualquer património;
aqui fica a referência e a indicação lateral, pois parece que é cá do burgo e merecerá ser identificado pelo facto de ser uma cabeça da terra;

domingo, janeiro 20

da fartura

de quando em vez sinto uma enorme fartura da escrita, da minha escrita, uma vontade terrível de acabar com isto, de pôr ponto final, de acabar com aquilo que não é um compromisso;
mas tornou-se como que um substituto de outras coisas, uma compensação para aquilo que não obtenho noutros espaços ou noutros terrenos; uma forma de me auto-compensar pelo que não digo ou não faço;
uma obrigação que o meu inconsciente determinou e implicou a mim mesmo;
apetece-me parar mas fico de consciência pesada, como se fosse uma qualquer obrigação; não é, mas assim a sinto, hoje e agora, mais do que nunca, quando me apetece escrever coisas que não devo;

quinta-feira, janeiro 17

da falta de presença

um blogue cá do burgo deixou-me um comentário, que servia de indicação para o seu aparecimento;
denomina-se Templo do Giraldo e, mais do que um blogue, aparentemente quer divulgar notícias da terra e da região;
venha bem quem vem por bem, mas...
facto engraçado, deixou-me um comentário, circunstância que indicia que conhece este meu espaço e que o utiliza para seu proveito e divulgação, mas nos links que tem disponíveis, este meu espaço não está referenciado - talvez por não ser um blogue regional, será?;

terça-feira, janeiro 8

das arrumações

por questões de facilidade de análise e compreensão, gosto de arrumar as coisas em gavetas e perceber que sentido lhes posso atribuir;
penso não ser um pormenor meu, mas faço meu o exemplo, não vá eu cair em excessos sempre perniciosos à escrita e alguém dizer que estarei a exagerar;
seja pela política, de modo mais simplista, entre a esquerda e a direita (afinal o meu PS anda muito ao centro, e bem, digo eu), seja Norte/Sul, seja o que for, há para quase tudo o que me passa pela cabeça uma gaveta onde possa arrumar as ideias e perceber os sentimentos e os sentidos de cada coisa;
isto porque uma vez mais reforço a minha convicção que a blogosfera à minha direita marca pontos claros por estes lados;
se levar em consideração algumas análises que são feitas, aparecem propostas que vão da direita liberal ao ultra radicalismo extremista do PNR (sem medo das palavras);
certamente por falha minha, desconhecimento meu, mas não vejo blogues alinhados neste meu centro a aparecerem, certamente, repito, porque ainda não os referenciei, mas também será certo por falta de oportunidade de escrita e não de argumentos;
mas a direita arruma-se e espalha-se na blogosfera, ganha espaço e protagonismo e aquela que foi a maioria sociológica de esquerda corre o sério risco de se tornar a imensa minoria;

sexta-feira, janeiro 4

da opinião

e mais um blogue que surge na atmosfera eborense - com a particularidade de algumas, muitas, costelas, bejenses;
o compadre florival Pinto, com quem troco galhardetes e ideias nas tarde da Antena Sul, rssolveu vir agora para a blogosfera;
faço votos para que consiga conciliar os inúmeros afazeres com a escrita, como faço votos de muitas e boas postas;
o lado direito eborense anda claramente mais activo - e eu que nunca acreditei em coincidências;

quinta-feira, janeiro 3

dos comentários

há dias atrás um dos ilustres cronistas nacionais e da blogosfera, publicou um texto que, à primeira vista, merecerá toda a nossa atenção e alguma concordância;
a ideia ali defendida é, genericamente, que a blogosfera não é um fórum de participação pois não reúne as condições de razoabilidade, crítica e argumentação necessárias, que está polvilhada de egos assoberbados de emoção;
se, por um lado, é razoável o comentário a esta nova cultura do blogue, por outro revela algum receio de uma concorrência emotiva e egocêntrica; isto é, a blogosfera é tudo e não é nada; é um registo diário de ideias e emoções, sensações e opiniões; mas é também crítica e argumentação, razão e perspectiva de crítica social;
certamente que poucos serão aqueles blogues que conseguirão sobreviver à espuma dos dias, ao efémero dos nossos quotidianos, mas, ainda assim, revelam vontades, outras perspectivas e, aparentemente, até provocam análises de semiótica entabuadas com filosofia e crítica literária;

quarta-feira, janeiro 2

da colaboração

dei início, no dia de hoje, a uma colaboração entre a minha pessoa, mais rigorosamente, a minha escrita, e o jornal on-line Notícias Alentejo;
faço-o numa fase de reconfiguração e de redefinição (a ver vamos se também de opções) que o jornal adopta; saem uns, entram outros, o importante é a perseverança e a tenacidade de se procurarem caminhos para uma imprensa local e regional seriamente condicionada;
condicionada pelo mercado comercial, claramente exíguo; mas também pelos poderes instituídos, mesmo os da comunicação social, que nunca vêm com bons olhos o aparecimento de novas apostas; ou mesmo dos profissionais, quase sempre certos de si e senhores da sua ciência e sapiência que rapidamente se minam uns aos outros...
mas também condicionada pelas capacidades críticas, pela capacidade de escrita, pelos comentários e pelos comentadores;
em face desta minha colaboração a política neste espaço vem depois da publicação, como reservo para aqui assuntos mais educativos, escolares;
é uma divisão do espaço e da escrita;
a ver vamos como corre;

domingo, dezembro 30

dos anos

um amigo - nesta mesma consideração - que por aqui fiz faz agora anos de por aqui andar;
somos diferentes, é verdade, pelas experiências, pelos contextos, até mesmo pelas ideologias escolares, educativas e políticas que nos separam;
mas não são suficientes para separar uma amizade que se construiu e firmou com base nessa mesma diferença;
votos de muitos e bons, a começar já por este que se aproxima, o de 2008, com tudo de bom para ti, meu amigo, e para as senhoras que te acompanham;