terça-feira, novembro 9

avaliação

nesta minha escola uma colega gostava de desenvolver o seu trabalho de mestrado na área da avaliação. Trocamos ideias, conversamos sobre coisas úteis e fúteis que podem orientar ou enquadrar o seu trabalho. Fica com receio das susceptibilidades, das sensibilidades, de despertar fantasmas.
Pergunto sobre a sua ideia relativamente à possibilidade de construir instrumentos e indicadores para um qualquer projecto (educativo, curricular) para se perceber qual o seu sentido, qual a sua utilidade, qual o nível de coerência entre o dito e defendido e o feito e praticado.
Olha para mim e fica em silêncio. Acabou a conversa. fico sem perceber se a ideia é boa ou se foi [mais ] uma idiotice das minhas.

1 comentário:

Miguel Sousa disse...

Ando desenvolvendo uma pesquisa sobre avaliação, tento com o documento ajudar os colegas a terem a noção das suas próprias crenças, ou seja, utiliza a tenica de Delfi para gerar um denominador comum acerca das componentes críticas da avaliação. Direccionando o trabalho para todas as disciplinas, mas também tentando chegar ao denominador comum para a Escola. Faço-o para exigir de mim e estimnular trabalhos com rigor científico na escola...não sei se vai dar em algo "comestivel"