quarta-feira, outubro 13

recepção

hoje, lá na terrinha onde estou, foi dia de recepção ao professor.
De um lado uns quantos diziam que é sempre a mesma coisa, outros antecipavam alguns dos discursos, outros comentavam quem faltava.
Na mesa de honra os presidentes, quer da autarquia (apesar dos protestos com uma óbvia orientação política e um conjunto de opções estratégicas na qual as escolas e a educação local têm tido um lugar de destaque) e dos órgãos de gestão.
Então, no meio das conversas, da troca de algumas ideias, das parábolas (uma das escola é um colégio privado) não é que um senhor, presidente deu m órgão de gestão, diz que há coisas muito mais importantes que a educação?
Fosse ele o presidente do órgão onde estou e estou certo que tinha existido discussão da boa.

2 comentários:

José Gustavo Teixeira disse...

É como um político dizer que há coisas muito mais importantes do que o cuidado do bem público; um polícia dizer que há coisas mais prioritárias que a segurança das 'pessoas e bens', um médico dizer que a saúde não é tudo, um comerciante dizer que servir o cliente não está em primeiro lugar... E que é mais importante para esse presidente de executivo? Podia concretizar o contexto da afirmação?

manuel cabeça disse...

procuro, em face do comentário aqui colocado, clarificar o contexto da citação.
o contexto é o da recepção, na circunstância de ter o tempo de antena para aquelas palavras de circunstâncias normais numa destas situações.
Como de circunstância quase tudo é permitido desde que seja pensado e não saiam da boca ideias ou conclusões que podem revelar pressupostos e ideias mais profundas a carecerem de um outro tipo de análise. A minha surpresa residira de igual modo se um médico me dissesse que há coisas mais importantes que a saúde.