segunda-feira, abril 3

informação

um dos jornais de fim-de-semana publicou aquilo que designa como estratégia de informação do governo e em particular do primeiro-ministro. Quer na consertação de ideias, quer na definição de timmings de execução.
Até pode ser que tenha razão e que, entre outras medidas, uma das estratégias assente na informação, naquilo que outros designavam como central de comunicação e informação.
Mas não há partido, nem governo, nem produto nenhum que se aguente se não aliar conteúdo ao embrulho, pode ser mais tarde, pode ser depois, mas existirá sempre a revelação da desadequação entre o que se promove e o que efectivamente se obtém.
quanto ao timming ele é inerente à acção política e só por distracção se poderá culpabilizar quem quer que seja.
Porventura o que o jornal não gostará é de perder exactamente esta possibilidade e este constrangimento público, circunstância que até o faz perder vendas.

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