domingo, outubro 1

ideias

em torno deste projecto de tese, ando a ler e a pensar escrever [esta é boa] em volta de uma ideia - os discursos em torno da ideia de disciplina escolar, funcionam como elemento de regulação do sistema educativo, num sistema (o educativo) marcado por processos de multi-regulação;
e de um argumento, os discursos legitimadores da reformulação e reconfiguração local das políticas de disciplina escolar;
isto é [e este é um espaço de catarse e de pretensa simplificação do caso], discutir a ideia de disciplina escolar leva em consideração uma ideia de escola e de educação, definindo o lugar de cada interveniente (na maioria das situações, dos casos problemáticos, daqueles que levantam confusão na sala de aula, as minorias, as franjas de um sistema) onde se prefigura se a escola serve para a tolerância, para a promoção da diferença, para a integração de minorias ou do outros ou se, pelo contrário, serve para acentuar as diferenças, promover as desiguladades, reforçar as descriminações (de género, credo, raça, étnia...);
partindo da consideração da legislação sobre a disciplina escolar (manifestamente estável ao longo da democracia, três diplomas apenas, 769/76, 290/98 e 30/2002) perceber qual a reconfiguração efectuada localmente, em função de que valores, assente em que ideias, com que finalidades e ideologias subjacentes;
perceptível?
senão for estou feito, 3ª vou tentar vender a ideia, perceber se é enquadrada na temática e numa problemática, se tem ou não pernas para andar; a ver vamos;
[abertura a mais, quando se exigeria a confidencialidade?, ná, falta o quadro de análise pelo qual pretendo esmiuçar a questão, e que permite a individualização - trabalhos sobre a (in)disciplina há muitos, o quadro de análise permite individualizar questões e definir percursos mais pessoais].

da semana

esta semana foi algo atribulada, senão mesmo complicada num grupo que tem em comum aquilo que designamos como a escola de Lisboa (a FPCE) e um objectivo, apresentar um projecto de tese de doutoramento, na generalidade dos casos em torno de uma temática designada por Conhecimento, Decisão Política e Acção Pública em Educação.
atribulada por dois mails que se cruzaram connosco, um no princípio e outro no final da semana - o primeiro por questões de saúde do parceiro de uma colega; outro por questões da precariedade profissional de uma outra;
entre um e outro é um enlevo perceber como pessoas tão diferentes, com percursos tão diferenciados, com motivações manifestamente diferentes, com sensibilidades e ideias tão distintas, comungam e partilham a mesma percepção e sensação de solidariedade, de camaradagem e apoio;
dizia-me um amigo, recém PhD, que isto é uma maratona, para se fazer sozinho com todos estes precalços de caminho e que esteja certo que aquilo que não nos mata, nos fortalecerá e, chegados ao fim, teremos uma outra ideia e uma outra forma de encarar este percurso, mas não só.
O azar é que ainda nos falta muito para o fim; está ainda muito distante.

sobre a escola pública

tenho que reconhecer que gostei tanto como me surpreendeu este apontamento de um amigo (continua a ser assim que te referencio, peço edsculpa de qualquer pretensiosismo) sobre a escola pública; ainda por cima parte de outras considerações deveras (im)pertinentes quanto ao papel, funções, objectivos e enquadramento da escola (seja ela o que for e qual for);
ao fim de tanto tempo de se andarem a discutir questões em torno da lã caprina - desculpem lá qualquer coisita - é chegado o tempo e a oportunidade de se discutir o que é a escola pública, quais os seus contornos, a sua configuração, o seu enquadramento, os seus objectivos e, de entre este, qual o papel dos professores (de uma classe amargurada e algo desconfigurada) em torno desta ideia;
face ao que se discutiu na semana - propostas de privatização do modelo de gestão da escola, reforço das componentes locais da autonomia e o papel dos professores neste contexto - é bom perceber que a discussão tem de enveredar para outros caminhos, com outras perspectivas;
não chega criticar as políticas educativas, como é manifestamente insuficiente apontar o dedo a esta ministra ou aos anteriores; o fundamental passa por perceber qual a configuração, o entedimento e a percepção que temos ou devemos ter quanto ao que é (ou deva ser) a escola pública;
e esta é, sem margens para dúvidas, uma questão da qual os senhores professores têm andado afastados; propositada ou deliberadamente, consciente ou pretensamente, preocupados que têm estado com o papel de funcionários públicos - importante sem dúvida, mas manifestamente acessório quanto à centralidade da escola hoje e amanhã.

quinta-feira, setembro 28

aconchego

em dias de Outono, afinal a minha estação, em dias em que o cinzento se mistura com o azul, em que os laivos amarelos do sol custam a trespassar as nuvens, gosto de me enroscar nas palavras, sentir o aconchego das ideias e o enlevo dos sentimentos que transmitem;
gsto de bebericar um tinto envelhecido, trocar palavras banais sobre as nossas vidas e dos nossos quotidianos; gosto de olhar o campo e a linha do horizonte e sentir-me fluir por ela, qual sopro de simplicidades perdidas;
hoje estou assim; são dias;

liberdade de gestão

A TSF apresenta a notícia com a indicação "PSD pretende a liberdade de gestão nas escolas públicas";
portanto eu pergunto se, apesar dos modos e da forma como é implementada a política educativa deste governo, ainda há grandes dúvidas quanto ao interesse da escola pública, à defesa dos seus princípios e orientações?
defender a liberdade de gestão não significa, muito longe disso, uma melhor qualidade de escola, de educação ou de ensino;
o que aqui está em causa diz apenas respeito a dois pontos de vista sobre a coisa pública, no caso concreto a educação/escola; de interesse público a gestão privada, ou de participação pública e de gestão pública;

quarta-feira, setembro 27

desajustamentos

a propósito de duas situações, a reforma da segurança social, em que os parceiros gerais genericamente concordam e os partidos da oposição discordam, e a proposta de lei das finanças locais que, aparentemente todos discordam, duas notas;
não considero que as medidas de política deste governo seja intrinsecamente boas, apesar de ser um governo em quem votei e que apoio; como não considero intrinsecamente más as propostas oriundas de outros sectores ou partidos;
sou um assumido defensor da pluralidade, do debate, do confronto de ideias;
neste sentido, faço a referência que apesar de difíceis algumas medidas, elas têm que ser tomas e assumidas, de modo a se corrigirem incoerências e contradições de que o país é farto, para se rectificarem desajustamentos, arranjarem outros equilíbrios, outros padrões de organização.
E, perante as propostas oriunda do PC ou do Compromisso Portugal, manifestamente prefiro que as medidas difíceis sejam executadas pelo PS;
e é nesta dimensão que se cruzam as propostas da segurança social e das finanças locais, como se podem colocar as da educação e saúde, da juventude ou da administração interna;
é fundamental que Portugal largue lógicas que foram fundamentais para a aafirmação e consolidação da democracia, mas que hoje são manifestamente um peso que nos arrasta para a cauda da Europa; entre propostas desajustadas ou neo-liberais de privatização, prefiro, sem margem para dúvida, a acção do PS;

contradições e incoerências

declaradamente cada vez mais considero que estou num país de:
contradições:
o carteiro bate à porta, independentemente de quem abre, deixa a encomenda, a carta, o que for; caso ninguém abra a porta deixa o aviso para que possa ser "levantado" na estação de correios respectiva; ora então não é que para levantar presencialmente tem de ser o próprio com BI? não posso, por exemplo, levantar a encomenda que vem dirigida à esposa, tem de ser a própria com BI; se isto não é uma contradição o que será;
incoerências:
passou há dias um apontamento de reportagem numa das televisões que dava conta de licenciados, mestres e doutores no desemprego; e eu que estou num serviço regional que não tem um licenciado, um técnico superior; se isto não é incoerência, o que será?

segunda-feira, setembro 25

contextos

permitam-me o pretensiosismo de aconselhar esta leitura;
um documento que não é recente, oriundo da UNESCO e que permite situar-nos, aos professores e à escola, a investigação e aos contextos, num quadro mais amplo do que aquele que habitualmente nos caracteriza;
apesar de curioso pelos factos que rodeiam a educação, nomeadamente ao nível político e organizacional, tenho de reconhecer que me surpreendeu;

constrangimentos

está confirmado o meu receio, relativamente aos sinais da interioridade (lá mais para baixo);
ou por desorganização ou por contrangimentos orçamentais as bibliotecas da cidade de Évora (a pública e a da universidade) são para esquecer;
ainda me pergunto como há gente que optou (certamente em prioridade de fim de lista) por esta terra e por esta universidade;
constrangimentos; um dos nossos problemas;

sugestivo

O jornal Pública iniciou hoje uma nova colecção, sugestivamente designada por "Portugal como problema";
é raro olhar-se para este nosso país como uma oportunidade; é raro considerarmos que o país é uma solução (faltaria saber do quê, para o quê);
é comum partirmos da consideração das dificuldades, dos constrangimentos, dos empecilhos, da falta disto e daquilo; raramente olhamos um constrangimento como uma oportunidade de desenvolver, por exemplo, o trabalho colaborativo, a análise estratégica, a organização em rede;
"Portugal como Problema" sugestivo;

quinta-feira, setembro 21

sinais da interioridade (2)

há tempos atrás redigi aqui um primeiro apontamento sobre estes sinais da interioridade;
volto a eles, pelos mesmos motivos em diferente contexto;
queixava-me da biblioteca pública de Évora, restringida a um pequeno espólio de empréstimo, claramente condicionado por opções de algo ou alguém; moribunda, senão mesmo em estado comatoso profundo quanto a depósito nacional;
hoje foi pelas esquinas de uma outra biblioteca, a da Universidade de Évora, que desesperei e socumbi à organização; ou não têm títulos mais recentes (sejam revistas, que deixaram de assinar, ou livros), ou não estão disponíveis;
os terminais de acesso à net, para pesquisa bibliográfica (local ou na b-on) são pré-histórico (palavras do funcionário) - provavelmente te-los-ei utilizado aquando da minha passagem por ali, na segunda metade dos anos 80;
não chega a simpatia dos funcionários que entre a amabilidade e a disponibilidade procuram disfarçar o assumido incómodo de me verem circular entre 3 salas sem qualquer tipo de resultado (perguntava eu se existiam outros depósitos, que não, que estava tudo ali ou fisicamente ou, pelo menos, registado; perguntava eu como é que os docentes, professores e investigadores desta Universidade, porque os há, procedem, acedem à informação, e o encolher de ombros foi a resposta, mas será a bilioteca apenas uma sala de estudo?);
se juntarmos a isto o encerramento sucessivo de livrarias na cidade, de não termos um loja de discos que possa legitimamente usar esta designação, percebemos a pequena dimensão que a cidade tem adquirido;
não se culpem nem autarcas nem governos, somos nós eborenses que a temos (des)promovido;

compromisso portugal

depois de 2 ou 3 anos passados sobre a primeira versão deste compromisso Portugal, empresários que afirmam nada querer da política, mas que forneceram quadros políticos ao PSD para a governação e fornecem pistas para a governação política (não apenas económica, mas também na área social) que pode este remake acrescentar?
duas coisas;
primeiro, mostrar que a alternativa à direita do PS opta pela privatização (não é um papão, mas condiciona a acção pública de qualquer intervenção política); depois mostrar que não há ideias novas ou, pelo menos e no mínimo, diferentes que possam ser consideradas alternativas, quer do ponto de vista político, quer do ponto de vista governativo, quer, ainda, do ponto de vista conceptual;
opta-se por discursos gastos, esgotados, sem clara capacidade de novos lampejos, de novos ou de diferentes desafios;
fica claro, com este compromisso, os dois modelos de sociedade que temos em opção; a de uma sustentação pública da acção política ou a vertente privada da exploração do interesse público;

quarta-feira, setembro 20

dos contrastes

Évora, enquanto cidade de (pequena) média dimensão, encurralada entre Lisboa e Espanha, marcada pela Universidade é uma cidade de contrastes;
há pouco percorria a praça de Giraldo, olhava em redor e oiço dois homens, ambos na casa dos 50 e tantos, a gritarem com um outro, a provocarem o outro;
este outro é uma daquelas figuras típicas destas (pequenas)médias cidades, todo aperaltado nos pequenos trajes que ostenta, chapéu enfeitado com flores, engodos de pesca ou pequenas tiras; camisa aberta a revelar aquele peito sarapintado de fios brancos, ar compenetrado como se fosse tratar de coisa séria; entre o sábio (da experiência) e o louco (pelo menos para alguns);
há uns atrás seriam os rapazes, os jovens a brincar com esta figura típica, a provocarem o seu andar e os seus ânimos de pessoa;
hoje são os mais velhos, aqueles que sempre habitaram esta cidade e que a constituem que brincam num claro sinal de contrastes entre uma Évora rural e de tradições e uma Évora pretensamente cosmopolita e culta - atenção que não é uma coisa nem outra.

do som

não sei, sinceramente não sei se é impressão se é certeza, mas fico com a sensação que fechou mais uma livraria em Évora;
passei ontem e hoje (e hoje por diversas vezes) pela Som das Letras e sempre fechada;
é certo que não há qualquer referência - a férias, folgas, feiras ou para outros assuntos;
se for verdade este ano é a segunda;
resta-nos a Nazareth (lá se vai aguentando enquanto a D. Maria José fizer alguma coisa por ela), a Salesinana, sempre com livros de outros tempos, uma nova, que nem sei o nome, na R. de Stª. Catarina e...
para uma cidade universitária ...

do procurador

fico preocupado em face das situações, tão recorrentes no últimos tempos, em torno de uma qualquer e aparente unanimidade;
sinceramente fico preocupado; será que corremos o risco de unanimismo?

terça-feira, setembro 19

sem título

pela primeira vez, desde há muitos anos que escrevo sobre coisas da escola (estou a falar do meu projecto de investigação), não tenho duas coisas que sempre orientaram a minha escrita e o seu sentido;
não tenho um título, uma designação, uma referência nominativa para aquilo que escrevo;
não gosto daquilo que já escrevi;
quanto ao título dou de barato, ele há-de aparecer, cedo ou tarde, melhor ou pior, para mudar, rasurar ou simplesmente esquecer, mas sei que há-de aparecer;
agora quanto à escrita e ao meu gosto por ela (ou a falta dele) é que me está a deixar os nervos em franja;
na próxima segunda-feira terei de apresentar um esquiço sobre a metodologia de investigação; o meu dilema vai contra dois postes; por um lado, isolar a metodologia do objecto e do objectivos de investigação é o mesmo que me encharcar em cerveja sem alcoól (encharca mas fica-se na mesma); por outro, preciso de arregimentar conceitos e ideias quer a jusante quer a montante e terei que ser parcimonioso - imagima a guerra conceptual;
resta-me gerir o stress, conseguir comer com a angustia e deixar livre pena à escrita, pois sempre gostei de trabalhar debaixo de pressão - isto é o meu sentido de ser alentejano, porque sem pressão simplesmente não trabalho;

segunda-feira, setembro 18

o espartilho da autonomia

o miguel deixa um comentário com o qual não posso estar mais de acordo; que a autonomia pode ser um espartilho, que as políticas (e particularmente os políticos) não têm confiado nos profissionais;
não podia estar mais de acordo; e tu, meu caro amigo e estimado colega, sabes isso;
a questão essencial não passa por aí, passa pelo facto de os profissionais, os professores terem entregue de mão beijada o ouro ao bandido;
tem sido a actuação dos profissionais, de desresponsabilização, de atirar para fora da escola as questões da escola que têm feito com que os políticos procurem tudo regulamentar, tudo prescrever, tudo orientar;
Reparem lá se se ouvem as escolas profissionais a reclamar? Atente-se na asuência de ruídos das escolas técnicas. Será que se ouvem noutras regiões rumores e adizeres oriundos de escolas privadas? Não se alvitre que essas tudo têm, não é verdade. Não se atreva a dizer que estão melhores que o público, pois não é geral.
Mas têm, na sua generalidade, projectos pedagógicos concertados, coerentes e consistentes. Têm culturas de escola e lideranças que permitem a definição de percursos e trilhos.
Que apresentam as escolas públicas?
Na generalidade das situações, incoerência, inconsistência, ausência de projecto, falta de ideias, dilacerão de pequenos interessos, debates fraticidas de objectivos, polverização de ideias.
Não significa que um ou outro docente não tenha, não saiba para onde vai e como vai.
O problema da escola pública é a proliferação de ideias e projectos, vontades e ânimos. Todos e tudo tem uma ideia, uma opinião, uma vontade, é voluntário e voluntarista;
desculpem lá, mas nem já nos bombeiros imperam os voluntários, como é que a nossa escola, pública, inclusiva, participativa podem predominar os voluntários?

as belas e os senão

pois, como se usa dizer, não há bela sem um pequeno, ou grande senão;
ao introduzir-me no mundo da net a partir de casa, optei, logo de seguida e por questões de mera e simples segurança por actualizar os sistemas de anti-virus, anti-spam, anti-spywere, etc;
resultado a máquina, um pentium III, velhinho, de 98, imaginem vocês, apesar de ter um disco relativamente novo, de há dois anos, diz que é areia a mais para o possível e desejável carrego;
lá me vou ficando nas curvas, lá me arrasto em plenas subidas;
lá fico à espera que depois de tecladas as letras a palavra surja no ecrã como que por magia;
resultado, lá terei de equacionar a mudança de máquina.

de fora e de dentro

procuro não cair na leve tentatação de discutir e contra-argumentar em torno das lógicas (dúbias e duvidosas) dos que são contra e dos que são a favor das Ciências da Educação e de qual o seu papel no contexto do estudo da escola e da coisa educativa;
procuro ir um pouco mais além, desculpem-me o pretensiosismo, e descortinar aquilo que fica daquilo que passa;
quando à dias escrevi que arranjar culpas e desculpas fora da escola é desculpabilizar e desresponsabilizar a escola e os seus actores, quero dizer exactamente isso; um exemplo, aquele que agora tenho trabalhado, o das questões em torno da disciplina escolar, vulgarmente trocada com a sua antítese, a indisciplina; habitualmente a responsabilidade não mora na escola, está na sociedade, na massificação educativa, nos meios de comunicação social, na indiferença dos pais/encarregados de educação; quanto muito um ligeiro assomo quando se apontam algumas referências aos modelos educativos, às estruturadas pedagógicas e, neste caso, a responsabilidade é acumetida ao professor, em particular à formação que (não) teve para determinar outros modos;
ora e a organização da escola onde fica? Por onde colocar os fluxos de alunos e de gentes cada vez de aspecto mais fabril que tecnológico? as lideranças educativas? as estruturas de participação e inclusão social e profissional;
neste como noutros aspectos não podemos ficar à espera de respostas nem de soluções préformatadas; para além do mais aqueles que porventura se adequem em Vizela, não serão as mais adequadas para Évora e mesmo nesta poderão variar de acordo com os públicos;
é aqui que quero dizer que não vale a pena olhar para fora da escola, apesar de ser mais visível e mais fácil;

sábado, setembro 16

zapp

finalmente, ao fim de quase ano e meio, esta é a minha primeira posta a partir do meio do nada, deste meu alentejo de meias águas (se dissesse profundo seria uma ofensa, como também não o considero superficial, fica-se pelas meias tintas), da Igrejinha, aldeia pela qual optei e na qual procuro sobreviver;
uma opção que ainda estou para perceber da contabilidade, fui atrás da publicidade e adquiri um zapp; não se tem portado mal, para primeira vez e primeiras navegações. A ver vamos o que futuro nos poderá reservar.
Agora é procurar a tralha quase toda, imagens, sítios, programas, ftp's e procurar em dois tempos estragar o computador, isto é, voltar a navegar, a surfar nas ondas da net.