sábado, junho 7

finalmente

enfim o Sol e o primeiro dia de jogos;
prevê-se casa cheia e, pelo menos de princípio, sorrisos rasgados, ânimo e vontade para o banho turco;
no final logo se verá se as expectativas são fundadas ou se, pelo contrário, puxamos da calculadora e começamos a fazer contas...

visitas

quase no fim, descubro novas visitas, passantes que partilham gostos e preocupações;

quinta-feira, junho 5

auto-avaliação

a Inspecção Geral de Educação comunicou às escolas que, a bem ou mal, irá efectuar avaliações;
a bem é por auto-proposta das escolas, a mal é se não se auto-propuserem ou não forem em número pretendido;
pronto, a minha disponibilizou-se a bem, para a avaliação;
o engraçado é que a IGE lhe chama auto-avaliação;

apesar

apesar das moções de censura ainda me atrevo a perguntar: e quais as alternativas?
à direita imagino que o código do trabalho fosse (ainda) mais liberal e facilitador da mobilidade; à esquerda imagino que o papel do Estado cresceria como alternativa ao neoliberalismo;
o meio termo, este meio termo, pode não significar bom senso, mas significa isso mesmo, meio termo; o problema é que os actores políticos estão ou cansados ou são escassos para poderem fazer política;
significa apenas que a excessiva concentração de poderes e funcionalidades na pessoa de José Sócrates e em Lisboa não resulta e não temos (alternativas de) banco para poderem compensar a unipessoalidade do nosso primeiro;

posição

moção de censura comum e conjunta, no Parlamento e nas ruas de Lisboa;
não acredito e não quero acreditar que os dirigentes do PS continuem a olhar para o lado como se nada fosse e nada se estivesse a passar;

rendição

rendo-me ao mundo do (ou da) google e tenho quase tudo no Igoogle;
interessante para perceber que cada vez mais este é um mundo ligado e de ligações, um mundo on-line;
e ainda me impressiona perceber que há colegas que estão afastados (não sei se é feliz ou se infelizmente);

quarta-feira, junho 4

listas

apesar de algumas orientações no sentido de não existirem listas para o conselho geral transitório, na minha escola acertam-se ideias, limam-se arestas e muito provavelmente será uma excepção;
muito provavelmente até eu integrarei uma lista;
para onde vamos, como vamos e de que modo iremos são questões pertinentes na véspera de um novo ano lectivo que se avizinha complicado e complexo;

dúvidas

porque é que o Alentejo não tem director regional no desporto há praticamente um ano?
não há elementos? não se arranja um perfil? não se entendem? não há necessidade? não é necessário?

terça-feira, junho 3

contrastes

infelizmente não é apenas por cá que se cavam fossos e acentuam distâncias entre ricos e pobres;
o mundo, fruto de muitas coisas, é cada vez mais um lugar de contrastes, de famintos e obesos, de pobres e ricos, dos que quase tudo têm e daqueles que quase nada têm;

perto


perto do final de mais um ano lectivo, há quase sempre balanços para fazer;
regressado que estive, apercebo-me do caos, próprio e alheio do sistema, sinto o descontentamento de não sabermos por onde andamos, para onde vamos, os sorrisos tristes de estarmos sozinhos numa sala de aula, de nos debatermos contra as incapacidades, nossas e dos outros; a agrura de começar sempre como se nada tivesse existido...

do tgv

parece que por estas bandas ninguém se importa de ficar a pouco mais de meia hora de Lisboa;
o comboio rápido não irá ser a salvação do interior, mas pode ser um prejuízo para o litoral;
por mim, já começo a sentir arrepios de me sentir tão próximo de Lisboa;

segunda-feira, junho 2

recta

muito provavelmente entro em recta final de escrita;
a escrita, esta escrita, já se prolonga há tempo demais;
há que chegar ao fim; há que saber construir o fim;

agudo

apesar do aparente silêncio sobre a avaliação de desempenho, tive hoje conhecimento sobre as fichas (grelhas e instrumentos) de avaliação do trabalho de uma biblioteca escolar;
é obra a sua dimensão; para além das implicações que pressupõe, quer sobre o ponto de vista organizacional quer das relações que sustenta;

sexta-feira, maio 30

respostas

como andas tu?
como os outros todos, diferente dos outros outros;

domingo, maio 25

avanços

e recuos...
é assim que é feito o meu trabalho de investigação;
praticamente ao fim de três anos de trabalho, de leituras e de alguma escrita, consigo criar um texto com "pernas para andar";
a porra é que me altera o campo de estudo e agora me sinto (novamente) não será emperrado, mas enleado;
falta de conversa com o orientador e falta de trabalho na área documental;

do tempo

o tempo está razoável para a horta; razoável porque me poupa trabalho, mas também porque não deixa os frutos (tomates, pimentão, melão, melancia, pepino) rebentar, tão encarquilhados que se sentem pela falta de calor;
em contrapartida, as árvores de fruto estão cheias, carregadinhas...
o tempo não agrada a todos, nem em todo o lado;
se fosse só o tempo...

das dúvidas


ouvir a discussão entre candidatos no PPD/PSD faz crer que a luta é feita ao centro esquerda;
será que os candidatos a líder do maior partido da oposição, apesar da sua posição (neo)liberal são defensores do Estado? descobriam agora, depois de terem passado pelo governo da nação, as preocupações sociais? as alternativas de política são feitas à esquerda?
há aqui qualquer coisa que não consigo perceber... ou talvez não...

sexta-feira, maio 23

escrita


em altura em que cada vez mais me apetece escrever cada vez menos, dou por uma promoção no campeonato da escrita;
passei - corrijo, passaram-me - para um jornal a sério, com cheiro a tinta e tudo, que se pode manusear, amachucar ou guardar;
para mais informações clicar e ler a edição impressa;

da distância

para quem observa a acção à distância, qual treinador de bancada que aprecia o espectáculo no conforto do sofá, fico com a sensação que alguém joga com jogadores a menos...
ou é pela dinâmica e empenho da equipa adversária ou simplesmente pela defesa do resultado - o que é sempre preocupante, senão mesmo desconcertante ...
custa-me perceber qual a opção da minha equipa, qual o papel dos jogadores que defendo em campo; ou simplesmente se existe treinador para comandar as hostes...
caramba nem as cheerleaders me conformam ou sequer entusiasmam ...

do pedido

peço um bocadinho de sol, uma nesga de calor e não é que aparece chuva e mais chuva...
a horta dá-me descanso, mas os produtos ressentem-se do frio, da ausência de calor...
em contrapartida as árvores de fruto estão carregadinhas...