mas a conversa do senhor secretário de estado e a múltiplas interpretações passíveis de existência própria, são também evidência da manifesta confusão em que graça o Ministério da Educação;
não foi alvo de remodelação por razões de todos desconhecidas, mas que há confusão, desculpem lá qualquer coisinha, mas há mesmo;
segunda-feira, fevereiro 11
da conversa
desculpem lá qualquer coisinha, mas a propósito do que o senhor secretário de estado teve oportunidade de dizer e reafirmado no sítio do polvo, referente à avaliação de desempenho, tenho a dizer:
houve um que falou e houve mais de 100 mil interpretações e entendimentos;
ao qual se pode chegar à brilhante conclusão que cada qual ouve o que quer e como quer;
houve um que falou e houve mais de 100 mil interpretações e entendimentos;
ao qual se pode chegar à brilhante conclusão que cada qual ouve o que quer e como quer;
sábado, fevereiro 9
da lógica
era bom que, de quando em vez, a lógica nacional tivesse lógica e a sequência de pensar, conhecer, formar, implementar e avaliar funcionasse;
pessoalmente não conheço nenhum projecto que, seguida a sequência, tivesse chegado ao fim;
esta lógica nacional, de fazer as coisas certinhas e de acordo com lógicas e racionalidades técnicas é a melhor desculpa para não se fazer nada, estar quieto, adiar, deixar andar;
pessoalmente não conheço nenhum projecto que, seguida a sequência, tivesse chegado ao fim;
esta lógica nacional, de fazer as coisas certinhas e de acordo com lógicas e racionalidades técnicas é a melhor desculpa para não se fazer nada, estar quieto, adiar, deixar andar;
sexta-feira, fevereiro 8
dos arquipélagos
existirão muitas coisas más na legislação da avaliação do desempenho docente (algumas largamente identificadas na blogosfera educativa);
mas também há algumas boas - porventura inesperadas;
aqui por estas bandas (Alentejo Central) algumas das escolas (conselhos executivos, entenda-se) reuniram-se informal e oficiosamente para perceberem como cada uma está a reagir ao processo, como se organizou, o que está a fazer, quais as reacções;
não tem sido este o hábito; geral e genericamente cada qual reage como pode, sabe, quer ou lhe é permitido, constituindo-se este sistema educativo como um conjunto imenso de ilhas e ilhotas;
talvez com este problema se tenha encontrado uma oportunidade das ilhas passarem a arquipélagos; será?
mas também há algumas boas - porventura inesperadas;
aqui por estas bandas (Alentejo Central) algumas das escolas (conselhos executivos, entenda-se) reuniram-se informal e oficiosamente para perceberem como cada uma está a reagir ao processo, como se organizou, o que está a fazer, quais as reacções;
não tem sido este o hábito; geral e genericamente cada qual reage como pode, sabe, quer ou lhe é permitido, constituindo-se este sistema educativo como um conjunto imenso de ilhas e ilhotas;
talvez com este problema se tenha encontrado uma oportunidade das ilhas passarem a arquipélagos; será?
do tempo
está um tempo, por estes lados, maravilhoso;
induz a escrever coisas bonitas, redondinhas, coloridas, soubesse eu escrever tudo isso;
as árvores do carnaval (não sei qual o seu nome) emprestam um colorido forte às bermas das estradas, parece que o Sol se baixou para apreciar o momento e deixou por aqui alguma da sua luz;
induz a escrever coisas bonitas, redondinhas, coloridas, soubesse eu escrever tudo isso;
as árvores do carnaval (não sei qual o seu nome) emprestam um colorido forte às bermas das estradas, parece que o Sol se baixou para apreciar o momento e deixou por aqui alguma da sua luz;
ver e rever
diz Manuel Alegre que não se revê neste PS;
mas dá indicações de pormenores onde se revê;
pergunto ao senhor, se me é permitido, onde é que não se revê? na prática política, no ideário socialista, na lógica ideológica, na acção pública da governação; nos princípios e valores sustentados?
em que se revê o senhor? em que partido(s)? noutro espaços, imaginados ou redescobertos?
penso que talvez haja alguma confusão (propositada? deliberada? negocial?) entre uma acção de governação (assumidamente social democrata pelo lado da prática governativa) e um ideário (ideologia) em que a primeira se devia enquadrar;
mas, estou certo, que saberá destrinçar espaços de acção e esferas de intervenção;
mas dá indicações de pormenores onde se revê;
pergunto ao senhor, se me é permitido, onde é que não se revê? na prática política, no ideário socialista, na lógica ideológica, na acção pública da governação; nos princípios e valores sustentados?
em que se revê o senhor? em que partido(s)? noutro espaços, imaginados ou redescobertos?
penso que talvez haja alguma confusão (propositada? deliberada? negocial?) entre uma acção de governação (assumidamente social democrata pelo lado da prática governativa) e um ideário (ideologia) em que a primeira se devia enquadrar;
mas, estou certo, que saberá destrinçar espaços de acção e esferas de intervenção;
quinta-feira, fevereiro 7
da oficina
não tive problemas, nem com o carro, nem comigo, mas, por entre amigos e curiosidades, alarguei o meu espaço de leitura e passei por esta oficina.
gostei, vale a pena;
gostei, vale a pena;
do eu
para não me perder, para não dizer que me falta o tempo (é meu hábito dizer que só não tenho tempo para aquilo que não me interessa) tive de organizar uma folha de trabalho;
varia entre uma lista de verificação e uma lista de objectivos;
mas vou pela organização, pela seriação de prioridades, pela obtenção de resultados em face do que tenho para fazer uma vez que as solicitações apertam, diversificam-se e as horas permanecem iguais;
varia entre uma lista de verificação e uma lista de objectivos;
mas vou pela organização, pela seriação de prioridades, pela obtenção de resultados em face do que tenho para fazer uma vez que as solicitações apertam, diversificam-se e as horas permanecem iguais;
do espírito
para o que se diz, para o que se escreve, para o que se insinua sobre a universidade de Évora, aquela que é do Espírito Santo, atente-se nas palavras de quem está por dentro;
dos objectivos
entre a diversidade de critérios, situações, conhecimento, compreensão tenho de reconhecer a minha surpresa pela diversidade do que se encontra e, muito particularmente, do que se houve;
a avaliação de desempenho mais não é e mais não faz do que destacar as diversidades, heterogeneidades, multiplicidades de pessoas, interesses, situações e opções que existem no sistema educativo;
é bom, é sim senhor; mas é revelador da manifesta impossibilidade de uniformizar tudo e de meter todos dentro do mesmo saco;
consequência, divide-se para reinar;
a avaliação de desempenho mais não é e mais não faz do que destacar as diversidades, heterogeneidades, multiplicidades de pessoas, interesses, situações e opções que existem no sistema educativo;
é bom, é sim senhor; mas é revelador da manifesta impossibilidade de uniformizar tudo e de meter todos dentro do mesmo saco;
consequência, divide-se para reinar;
do espaço
casa cheia;
aproximam-se avaliações e o espaço enche de diversidades de interesses, curiosisdades, necessidades e objectivos;
o pessoal flutua, varia de acordo com a época do ano; como variam os interesses e os objectivos que colocam na utilização do espaço;
é engraçado ver a flutuação deste espaço;
aproximam-se avaliações e o espaço enche de diversidades de interesses, curiosisdades, necessidades e objectivos;
o pessoal flutua, varia de acordo com a época do ano; como variam os interesses e os objectivos que colocam na utilização do espaço;
é engraçado ver a flutuação deste espaço;
quarta-feira, fevereiro 6
do umbigo
efectivamente ando distraído, mas não serei só eu - valha-me isso;
é que não tinha reparado nesta entrada da Prof. Ana Maria e não reparei em comentários ou considerações sobre ela em nenhum dos blogues que frequento;
certamente erro meu; mas fico com a sensação que andamos muito preocupados com o nosso (?) umbigo e andamos a esquecer pequenos pormenores, coisas de nada, mas que fazem toda a diferença, esta da escola não ser democrática é uma delas, p. e.
é que não tinha reparado nesta entrada da Prof. Ana Maria e não reparei em comentários ou considerações sobre ela em nenhum dos blogues que frequento;
certamente erro meu; mas fico com a sensação que andamos muito preocupados com o nosso (?) umbigo e andamos a esquecer pequenos pormenores, coisas de nada, mas que fazem toda a diferença, esta da escola não ser democrática é uma delas, p. e.
segunda-feira, fevereiro 4
da acumulação
há quem se preocupe com a acumulação de cargos, em particular entre deputado e advogado;
mas não há preocupações quando os deputados são docentes universitários? ou assessores?
das duas três; ou vai pagar o justo pelo pecador, ou se extremam posições caindo-se no radicalizar de situações que nada rectificam ou, finalmente, depois de grandes mexidas, ficará tudo na mesma;
mas não há preocupações quando os deputados são docentes universitários? ou assessores?
das duas três; ou vai pagar o justo pelo pecador, ou se extremam posições caindo-se no radicalizar de situações que nada rectificam ou, finalmente, depois de grandes mexidas, ficará tudo na mesma;
da selecção
estarei, quase de certeza, senão errado pelo menos equivocado, ao afirmar que não é apenas a escola que, de acordo com notícias passadas, é selectiva;
muito provavelmente a blogosfera (educativa, entenda-se) andaria mais preocupada com a avaliação de desempenho, a definição de objectivos do que propriamente com a selecção de alunos e deixou, sem querer, passar esta notícia;
muito provavelmente a blogosfera (educativa, entenda-se) andaria mais preocupada com a avaliação de desempenho, a definição de objectivos do que propriamente com a selecção de alunos e deixou, sem querer, passar esta notícia;
domingo, fevereiro 3
das coisas
ele há coisas que apenas com alguma distância nos conseguimos perceber e rir;
geralmente os miúdos deliciam-se com carros, motas, sexo e coisa e tal;
contudo, tenho um aluno em que os seus olhinhos brilham, o rosto se ilumina, o sorriso se rasga sempre que começa a falar de... tractores, isso mesmo, tractores;
geralmente os miúdos deliciam-se com carros, motas, sexo e coisa e tal;
contudo, tenho um aluno em que os seus olhinhos brilham, o rosto se ilumina, o sorriso se rasga sempre que começa a falar de... tractores, isso mesmo, tractores;
da dúvida
na passada 6ª feira fui à cidade ouvir conversas que se cruzam com os meus interesses de momento;
para além de perceber que o mundo continua a rodar, serena e pacatamente, também tive oportunidade de rever amigos e amizades e ouvir daquelas coisas que de tão óbvias são difíceis de encarar;
disse T. Popkewitz que o futuro se constrói entre medos e esperanças - esperanças nas tecnologias, num Homem novo, em novas oportunidades, em desafios novos, em curas, e nos medos de crises económicas, de alterações ambientais, de impactos demográficos, de pandemias, etc;
entre dúvidas e angústias não temos outro remédio senão o de ir em frente - com aquilo que conseguimos reunir do nosso passado e que hoje, neste presente, utilizamos - bem ou mal isso já é outra conversa;
para além de perceber que o mundo continua a rodar, serena e pacatamente, também tive oportunidade de rever amigos e amizades e ouvir daquelas coisas que de tão óbvias são difíceis de encarar;
disse T. Popkewitz que o futuro se constrói entre medos e esperanças - esperanças nas tecnologias, num Homem novo, em novas oportunidades, em desafios novos, em curas, e nos medos de crises económicas, de alterações ambientais, de impactos demográficos, de pandemias, etc;
entre dúvidas e angústias não temos outro remédio senão o de ir em frente - com aquilo que conseguimos reunir do nosso passado e que hoje, neste presente, utilizamos - bem ou mal isso já é outra conversa;
sábado, fevereiro 2
do alvo
há falta de melhor atira-se ao boneco;
já que as políticas estão gelatinosas, fugidias, então que o alvo seja outro, mais quieto, mais vulnerável;
será que se inicia por estes lados e deste modo, uma americanização da política nacional?
será que uma parte de gastos são destinados à pessoa do adversário?
haverá quem diga que é normal, correcto e adequado;
eu não...
já que as políticas estão gelatinosas, fugidias, então que o alvo seja outro, mais quieto, mais vulnerável;
será que se inicia por estes lados e deste modo, uma americanização da política nacional?
será que uma parte de gastos são destinados à pessoa do adversário?
haverá quem diga que é normal, correcto e adequado;
eu não...
do melhor
nada melhor para descansar a cabecinha do que cansar o corpo;
andei todo o dia de roda da horta; não percebo nada da coisa, mas cavei, sachei, cultivei e arrumei o que pude e como pude;
se dá alguma coisa? já deu, descanso da cabecita;
andei todo o dia de roda da horta; não percebo nada da coisa, mas cavei, sachei, cultivei e arrumei o que pude e como pude;
se dá alguma coisa? já deu, descanso da cabecita;
sexta-feira, fevereiro 1
dos apontamentos
Há dias tive oportunidade de encontrar um artigo onde se dava conta que a biblioteca britânica tinha encomendado um estudo sobre os cientistas do futuro, os futuros utilizadores dos seus recursos e que designou como geração google.
O estudo visa a adaptação dos meios, recursos e condições da biblioteca àquelas que serão as solicitações, necessidades e interesses de uma geração que nasceu depois de 1995.
Geração esta que cresceu a pensar que a Internet sempre existiu, que a velocidade das ligações só pode é crescer, que o clique num qualquer botão ou link deve ter uma resposta instantânea, que esperar é uma maçada, que as pedras da calçada deveriam ter botões de configuração entre muitas outras coisas. É uma geração que não sentiu a passagem do hipertexto para o youtube e menos se apercebeu da passagem do simples e prolixo html para o dinâmico xtml, dando oportunidade a que blogues, primeiro passivos depois dinâmicos ou os hi5 se afirmassem e se desenvolvessem. Afinal, afirmam, assim é que as coisas deveriam ter sido sempre.
Quem tem filhos dentro desta faixa etária, quem frequenta os locais desta geração, sejam as escolas ou os espaços Internet, tem facilidade de perceber a diferença de modos, os tiques típicos, a linguagem comum, os trejeitos específicos e todo um conjunto de sinais que identificam de modo muito claro esta geração.
Diferentes situações se colocam, quando pensamos e nos confrontamos com esta geração.
Primeiro e de modo mais fácil e directo, a questão em redor do valores, das atitudes e dos comportamentos que caracteriza esta geração, sempre preocupados que estamos com a conformidade social.
Como será licito perguntarmo-nos, à semelhança da biblioteca, se nos estamos a preparar para dar respostas a esta geração. Respostas que decorrerão de outras perguntas, de perguntas que muito provavelmente nós ainda não colocámos ou se o fizemos foram feitas de acordo com outras lógicas e uma outra perspectiva. Se os instrumentos que hoje utilizamos para definir algumas das conformidades necessárias à vivência social, serão efectivamente adequadas a esta geração, se irão ao encontro dos seus interesses e das suas motivações ou se, pelo contrário, estaremos a desperdiçar tempo e energias e a formar longe dos objectivos pretendidos.
Factor determinante e que não nos pode sossegar, é que esta geração depende da escola, mas apenas numa específica e curta porção do seu tempo. Ao contrário do meu tempo, em que a escola me consumia praticamente todo o tempo de aprendizagem e do conhecimento, hoje é apenas uma mera fatia desse tempo. A escola é importante, é sim senhor, como é importante o papel e a acção do professor. Mas não é nem única e muito menos exclusiva.
O estudo visa a adaptação dos meios, recursos e condições da biblioteca àquelas que serão as solicitações, necessidades e interesses de uma geração que nasceu depois de 1995.
Geração esta que cresceu a pensar que a Internet sempre existiu, que a velocidade das ligações só pode é crescer, que o clique num qualquer botão ou link deve ter uma resposta instantânea, que esperar é uma maçada, que as pedras da calçada deveriam ter botões de configuração entre muitas outras coisas. É uma geração que não sentiu a passagem do hipertexto para o youtube e menos se apercebeu da passagem do simples e prolixo html para o dinâmico xtml, dando oportunidade a que blogues, primeiro passivos depois dinâmicos ou os hi5 se afirmassem e se desenvolvessem. Afinal, afirmam, assim é que as coisas deveriam ter sido sempre.
Quem tem filhos dentro desta faixa etária, quem frequenta os locais desta geração, sejam as escolas ou os espaços Internet, tem facilidade de perceber a diferença de modos, os tiques típicos, a linguagem comum, os trejeitos específicos e todo um conjunto de sinais que identificam de modo muito claro esta geração.
Diferentes situações se colocam, quando pensamos e nos confrontamos com esta geração.
Primeiro e de modo mais fácil e directo, a questão em redor do valores, das atitudes e dos comportamentos que caracteriza esta geração, sempre preocupados que estamos com a conformidade social.
Como será licito perguntarmo-nos, à semelhança da biblioteca, se nos estamos a preparar para dar respostas a esta geração. Respostas que decorrerão de outras perguntas, de perguntas que muito provavelmente nós ainda não colocámos ou se o fizemos foram feitas de acordo com outras lógicas e uma outra perspectiva. Se os instrumentos que hoje utilizamos para definir algumas das conformidades necessárias à vivência social, serão efectivamente adequadas a esta geração, se irão ao encontro dos seus interesses e das suas motivações ou se, pelo contrário, estaremos a desperdiçar tempo e energias e a formar longe dos objectivos pretendidos.
Factor determinante e que não nos pode sossegar, é que esta geração depende da escola, mas apenas numa específica e curta porção do seu tempo. Ao contrário do meu tempo, em que a escola me consumia praticamente todo o tempo de aprendizagem e do conhecimento, hoje é apenas uma mera fatia desse tempo. A escola é importante, é sim senhor, como é importante o papel e a acção do professor. Mas não é nem única e muito menos exclusiva.
do estado
ontem, dois periódicos traziam notícias sobre a mesma coisa mas de modos diferentes;
um (Visão) dava conta da debandada (sic) que poderá ocorrer nas escolas com a abertura da aposentação antes do tempo no âmbito da administração pública;
outro (correio da manhã), dava conta do clima vivido em muitas escolas, de desgates, angústias, comportamentos;
há qualquer coisa que falha na procura de equilíbrios entre quem trabalha na escola e quem passa pela escola;
quem trabalha questiona-se, questiona as políticas, discute com os colegas, troca argumentos e opiniões em reuniões, utiliza as reuniões para dissertar sobre isto e sobre aquilo;
quem passa pela escola pergunta-se para quê, com que fim, com que objectivos, com que proveitos;
olhemos para outros países, outras realidades e procuremos perceber o que fazer;
antes que seja tarde demais...
um (Visão) dava conta da debandada (sic) que poderá ocorrer nas escolas com a abertura da aposentação antes do tempo no âmbito da administração pública;
outro (correio da manhã), dava conta do clima vivido em muitas escolas, de desgates, angústias, comportamentos;
há qualquer coisa que falha na procura de equilíbrios entre quem trabalha na escola e quem passa pela escola;
quem trabalha questiona-se, questiona as políticas, discute com os colegas, troca argumentos e opiniões em reuniões, utiliza as reuniões para dissertar sobre isto e sobre aquilo;
quem passa pela escola pergunta-se para quê, com que fim, com que objectivos, com que proveitos;
olhemos para outros países, outras realidades e procuremos perceber o que fazer;
antes que seja tarde demais...
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