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terça-feira, maio 1

coisas


coisas novas, um espaço designado de Coisas da Educação;
facilita-me o acesso a coisas que me podem ser úteis e partilham-se pontos de vista e ideias sobre a coisa educativa;
reflectem não apenas o meu interesse mas acima de tudo, a minha ideia de escola e de educação, assente numa dimensão inclusiva e participativa, de debate e de coisa pública;

sábado, abril 28

dúvidas

fiz e apresentei há dias atrás um texto sobre a regulação dos quotidianos;
tenho agora que preparar a sua apresentação, a realizar no decorrer da semana que entra;
estou na dúvida se começo pelo princípio (objecto, objectivo, metodologia) se pelo fim (tese, âmbito, argumentos);
há que decidir;

sexta-feira, abril 27

governança


nos tempos que correm uma das medidas que mais se tem alterado, por vezes sem disso nos apercebermos, é o sentido da governação, da acção governativa;
independentemente dos méritos, ou da sua falta, dessa alteração, o sentido está definitivamente alterado;
das lógicas funcionais e hierárquicas, passasse para a partilha de redes e de conhecimentos, para uma maior transparência e participação da acção pública do Estado;
conhecida como governança, esta acção traduz-se, acima de tudo, como um conjunto de regras e procedimentos, mecanismos e instrumentos que influencia (mas não determina) a articulação do exercício dos diferentes poderes sociais que se confrontam no quotidiano da acção política;
recebi hoje um documento dos serviços que aponta este sentido da governança e considero interessante perceber as diferenças de pensamento e acção que ainda existem entre macro estruturas e serviços desconcentrados, nomeadamente na acção dos seus actores;
acrescento que apesar das reestruturações administrativas e da profunda reformulação da acção do Estado, ainda há muito para e por fazer;

domingo, abril 15

esgotado


depois de andar um conjunto de dias a procurar escrever um texto, sinto-me quase sempre esgotado, desvanecido;
como se a chama que ateia as ideias se apagasse e restá-se apenas o fumo, como memória da escrita;
qualquer processo criativo (digo eu) é cansativo, exigente, esgotante; aprimorar um texto num contexto de um processo de doutoramento puxa por mim como poucas coisas e deixa-me sem ideias, imaginação ou, sequer, vontade de escrita;

quarta-feira, abril 11

a disciplina escolar e a regulação dos quotidianos educativos


finalmente está enviado o texto;
se está bom ou se é adequado isso está dependente da análise e da avaliação da comissão de sábios;
o resumo aqui fica, para que quem assim entender e esteja eventualmente interessado podermos trocar ideias, referências, opiniões e argumentos:

Base de um projecto de doutoramento em Ciências da Educação, na área de Administração Educacional e enquadrado na temática Conhecimento, Decisão Política e Acção Pública em Educação, define-se como objectivo central analisar a disciplina escolar enquanto elemento de regulação dos quotidianos escolares, por intermédio dos “instrumentos” (Lascoumes & Galés, 2004; Salamon, 2002) produzidos com o objectivo de assegurar a relação e a regulação pedagógica, bem como a integração social dos indivíduos no contexto escolar mas também social e de qual o “referencial” (Muller, 2000) que enquadra os instrumentos e os seus pressupostos.
Define-se como quadro cronológico o período que decorre de 1977, data da publicação da primeira portaria que enquadra a disciplina escolar (Portaria n.º 679/77, de 8 de Novembro) e a Lei 30 de 2002 de 20 de Dezembro, que determina o Estatuto do Aluno do Ensino não Superior. Entre um momento e outro muito se modificou na acção educativa e nas vivências escolares, como foi significativa a evolução de um país que se redescobriu na democracia.
Na articulação entre o objectivo e o quadro cronológico considerado, destaca-se a evolução do Estado face à coisa educativa e, em concreto, à consideração de qual o papel e os objectivos da escola face à evolução social ocorrida no mesmo período, na expressa consideração da disciplina escolar enquanto elemento de regulação social.

Palavras-chave: políticas públicas, instrumento, regulação, disciplina escolar;

segunda-feira, abril 9

escrita

descubro em mim mesmo que não consigo escrever em vários sítios ao mesmo tempo;
estive trancado, quase isolado a prpcurar escrever um texto, para publicação, que terei de entregar até à próxima 4ª feira.
resultado, não escrevi aqui; fico-me por um dos lados, por uma das vertentes;
mas o texto até parece razoável, entre lógicas argumentativas e opções de políticas educativas;
sinteticamente roda em torno do conceito de disciplina escolar, enquando elemento de regulação dos quotidianos educativos e escolares;
oportunamente darei conta como darei conta das ajudas que têm chegado;

quinta-feira, março 22

pergunta

hoje uma amiga telefonou-me e perguntava-me se tenho feito alguma coisa;
descansou ela e descansei eu;
qual quê, o tempo tem sido curto, escasso para tudo o resto;
resta muito pouco para um trabalho que se pretende maturado, pensado, consolidado;
há que ter fé, quando nada mais há - pelo menos não tem havido trabalho;

sábado, março 17

química


a ideia com que fiquei do estudo da química é a de um conjunto de pequenas ligações que estruturam (quando não mesmo determinam) todo o mundo macro;
é o que senti com o pedido colocado rede (sobre notícias em redor das questões da disciplina escolar); de um pequeno ponto enchi uma caixa de correio;
sinal evidente de várias coisas das quais destaco duas;
esta rede é o que dela fazemos, e para o que queremos;
as cumplicidades e as amizades, a colaboração e as partilhas ainda existem nesta rede virtual, que vai para além do desconhecido e se envolve de emoções;
obrigado;

quinta-feira, março 15

redes


Há tempos um colega desta rede, fez-me chegar um apontamento que foi directo ao centro do meu interesse académico;
a partir desse apontamento surgiu-me a ideia de solicitar a colaboração desta rede virtual de companheirismo e de interesses;
nesse sentido, replico para este espaço um pedido efectuado a um grupo mais restrito de colegas;
dizia assim:

pedido de colaboração/ajuda na perspectiva das redes colaborativas;
se não souberem passarão a saber que me encontro a desenvolver o meu projecto de tese de doutoramento em torno de uma coisa que designo como regulação dos quotidianos (mais não é que uma perspectiva de análise, assente no conceito das políticas públicas, em torno das questões disciplinares);
neste contexto, estou interessado em referenciar artigos de jornais, revistas ou outras publicações - menos regulares, menos divulgadas, menos conhecidas - onde se discorra sobre disciplina escolar, indisciplina, comportamentos disruptivos e, mesmo até, violência em contexto escolar/educativo, seja decorrente de situações concretas, seja de medidas de política, seja pela análise académica;
peço, assim, a V/ colaboração/ajuda/apoio mediante a indicação (referência)de:
- artigo
- fonte
- data
- autor
- tema/âmbito (indisciplina, violência, comportamentos, trabalho académico, política educativa...)
- observações que considerem pertinentes
ou, muito simplesmente, que me façam chegar o endereço electrónico (caso esteja disponível on-line);
se puderem ajudar/colaborar fico agradecido e reconhecido;
se não puderem também não será por isso que desisto;

segunda-feira, março 12

pelo contrário

em termos de escrita a minha precisa de marinar, de descansar para perceber para onde vai e como vai;
no meio de precalços só me resta retirar dividendos;
uma vez mais a pen, onde guardo os apontamentos, pifou; diz que precisa de ser formatada;
a última cópia que lhe fiz será da passada semana; uma vez mais o fim-de-semana foi pacífico e inerte em termos de escrita, li mais do que escrevi;
mas lá tenho de recuperar as coisas do passado;
nesta recuperação soltou-se-me uma ideia, agora evidente;
tratar as questões da indisciplina no presente reflecte uma forma de pensar a escola, de realçar um conjunto de ideias, valores e pressupostos, muita das vezes contrapostos a um tempo de pretensa disciplina, rigor e autoridade;
mas, afinal, apenas destacamos ideias e valores e, acima de tudo, uma ideia de escola;
resta-me, eventualmente por questões de facilitação metodológica, trata a ideia pelo seu contrário, tendo em conta que a escolha de instrumentos e procedimentos (no caso disciplinares ou de disciplinação) nunca é inocente;

segunda-feira, março 5

disciplina

no contexto das notícias ultimamente veiculadas relativas a situações de violência nas escolas e contra professores, não deixa de ser algo engraçado ver a associação feita entre violência e disciplina;
não é, por um lado, usual esta associação (o usual será a associação entre violência e indisciplina), por outro, também não é usual dissociar as situações de violência da sala de aula ou de contextos sociais que variarão entre a marginalidade e a exclusão social (quando não mesmo ambas em associação directa);
contudo, o que se assiste, pelo menos por parte de alguma comunicação social e que consigo arrasta correntes de opinião, é exactamente a quase confusão entre conceitos (violência, indisciplina, disciplina, comportamentos disruptivos) como se fossem todos o mesmo ou, no mínimo, valessem o mesmo - o que está longe disso;
como não deixa de ser paradigmática a afirmação da necessária defesa de autoridade e poder do professor, como se, só por si, fosse suficiente para a resolução destas situações e o reconhecimento de crime público fosse condição necessária (sabe-se lá se suficiente) para a minimização das situações de violência;
que a comunicação social faça (e fomente) a confusão de conceitos, dou de barato; que haja elementos que não conseguem perceber onde termina a disciplina e começa a indisciplina e que esta decorre de uma interacção (habitualmente pedagógica), também é o menos;
agora que sindicatos e docentes alimentem esta ideia - que com o reforço do poder do professor se minimizam estas situações - já custo a compreender e a aceitar;
mas o erro até pode ser meu;

sexta-feira, março 2

prazos

esta semana não consegui - por vontades, disponibilidade e oportunidade - tocar num livro, escrever um linha do meu trabalho, perspectivar algum sentido ao que penso, sossegar para matutar no que matuto;
raramente me sentie no meu cantinho, mal liguei o PC, não folheei nada;
foi uma semana perdida?
o futuro o dirá, mas sinto-me apertado por prazos, solicitações, obrigações e outras coisas que tais, que estão a deixar muito pouco espaço para mim mesmo e para o meu tempo;
e o fim-de-semana não irá ser melhor;

segunda-feira, fevereiro 26

confusão


e de repente descubro que a pen onde tenho a tese - textos, apontamentos, bases de dados, tudo - se apresenta como hieroglifos, gatafunhos da qual não se percebe nada e se dá conta que há necessidade de formatar o disco;
é um sentimento de frustração, ainda que tenha as coisas guardadas por diferentes sítios; mas o trabalho de fim-de-semana (ainda bem que foi pouco) foi-se;
contingências tecnológicas :(

terça-feira, janeiro 23

texto


estive quase um dia inteiro a tentar escrever um resumo, uma síntese (sintética e resumida) daquilo que pretendo fazer (quase por algumas variações e alguma dispersão);
o objectivo, para além de escrever um resumo do que pretendo fazer, relaciona-se com a apresentação do registo definitivo da tese, registo que se pretende claro, curto, conciso e concreto;
este esforço, aparentemente inglório e inconsequente, quando não mesmo despropositado, permite-me aferir das minhas ideias, quer quanto aos conceitos que quero trabalhar (por ordem, as políticas públicas, a disciplina escolar a regulação social e a organização pedagógica da escola), quer quanto à relação entre questão/objecto/metodologia e, no meio disto, a coerência e a consistência entre as suas diferentes partes;
tenho por hábito, por um lado, gostar daquilo que escrevo, mas, por outro, sentir a necessidade de deixar marinar, repousar as ideias, secar a tinta da escrita e perceber se efectivamente o texto corresponde ao pretendido, está perceptível;
a ver vamos;

quinta-feira, janeiro 18

disciplina




dois apontamentos (em imagens) meus, sinal da minha procura, da minha pesquisa;
procuro disciplia, se puder com um pouco e políticas públicas seria bom, agora se agarrado à disciplina e às políticas públicas conseguir anexar a regulação social então calhava que nem ginjas;
é um trabalho lento, paciente (coisa que de quando em vez me falta), a exigir algum rigor e organização (pela qual por vezes resvalo);
ando a ler F. Fisher (2003) e estou a gostar; enquadra-se na corrente americana (prático, directo, consiso, com exemplos, com ligações entre teoria e prática), mas acima de tudo estou a gostar pela associação que procura criar entre as políticas públicas e as ideias, por intermédio do discurso, das conversas, das palavras naquilo que designa como uma "rede de sentidos sociais produzidos e reproduzidos através das práticas discursivas";
para os tempos que correm na educação, em geral, e na escola, muito em particular, permite-nos perspectivar outros pontos de análise, compreensão e, sobretudo, interpretação;
mas disciplina precisa-se e por vezes (como agora - em pausa pedagógica) disperso-me;

quinta-feira, janeiro 11

sentido social


ao nível do trabalho académico, procuro trabalhar o conceito de disciplina escolar enquanto elemento de regulação na construção social do indíviduo;
mas não há oportunidade que, quando troco ideias sobre o que faço, não se aborde a indisciplina; e não tem sido fácil criar uma linha argumentativa onde o que destaco é a ideia de disciplina enquanto elemento de construção da pessoa - em tempos de operários disciplinados e ordenados, entre o acéfalo e o acrítico, hoje (talvez) se solicite a reflexão crítica, a autonomia, a iniciativa, o empreendedorismo;
a questão que se torna fulcral nesta análise acaba por assentar na ideia do poder, nos seus mecanismos de acção e regulação, no papel da escola na perpectuação de lógicas, na reprodução de modelos e práticas, na participação e da representatividade; e aqui a ideia de disciplina escolar ganha uma outra dimensão, particularmente se olhada sob a perspectiva das políticas públicas educativas onde, com diferentes dimensões e pretextos, o que tratamos não é o hoje e o agora (por muito que os sindicatos e alguns professores o defendam) mas o amanhã, o devir construído na escola e sob acção educativa, face ao papel pensado e atribuído à escola nos seus próprios espaços de poder e participação;
agora que me dedico a operacionalizar esta ideia a escola ganha uma outra perspectiva e a acção educativa uma outra dimensão;
tenha eu pernas e sentido para levar a nau a bom porto;

segunda-feira, janeiro 8

conversa


terei amanhã a primeira conversa de espírito santo de orelha com o meu orientador;
preocupação essencial, definir uma estratégia que me permita gerir e equilibrar (é uma boa metáfora) o meu tempo profissional com o académico mediante a estruturação de obrigações “contratuais” (isto é, momentos, oportunidades para que possa trocar ideias com o senhor, apresentar textos orientados e aferir das situações, caso contrário não funciono);
e não tem sido fácil criar este equilíbrio; não tenho um horário até às 17H (felizmente), a família pede atenção (é idade para isso e não se repetem os momentos), os afazeres são diversos e plurais (o que me entusiasma mas também me condiciona e desgasta);
como processo marcadamente individual e solitário é também um processo de auto-conhecimento e de organização entre o espartana e o monástica - não sou militar, nem crente o que significa que terei de ficar entre um e outro num processo a construir por mim próprio;
assim espero com a conversa;

quinta-feira, janeiro 4

afastado


sento-me no meu cantinho a pensar em trabalhar um pouco;
faço um zapping pelos sítios da net que gosto de visitar e acompanhar, prescruto o correio, mas...
mantenho-me afastado do meu trabalho académico; razões várias (todas pessoais e um pouco manhosas) fazem com que não consiga trabalhar;
as leituras enervam-me, irritam-me, sejam elas quais forem, não consigo organizar os elementos que tenho por aqui, dispersos, soltos, desarrumados; a capacidade de atenção há muito que atingiu o amarelo, disperso-me, divago; distribuo livros pela casa, por quase todos os cantos, mas nem lhes toco, quanto muito mudo-os de sítio;
sei, por experiência própria, que o mês de Janeiro é, no contexto do meu bio-ritmo, um mês complicado; mas há quem não esteja minimamente preocupado com essas coisas (apetece-me dizer mariquices);
quero querer que não serei o único, estranho a ausência de mensagens, de correio, entre o pessoal, aqueles que designo como sofredores; mas com situação dos outros podemos nós sempre muito bem;
tenho, por dever, obrigação e necessidade de me aproximar, de me reaproximar deste trabalho, de o recuperar, de retemperar ideias e acções;

quarta-feira, dezembro 27

inacabado

tenho em cima desta minha mesa de trabalho uns quantos livros, outras tantas colectâneas de cópias de textos diversos;
todas começadas a ler e a trabalhar, todas inacabadas, incompletas no seu percurso de entendimento e percepção;
este terá de ser um dos objectivos do novo ano, terminar aquilo que começo, pelo menos ao nível das leituras;

quinta-feira, dezembro 14

da modernidade

há dias um colega, na mailing list da escola, perguntava:
qual o papel da escola na pós-modernidade?
que papel?
que escola?
que conceitos?
pergunta interessante que, remetendo para a retórica, não deixa de ser elucidativa de um questionar e reflectir sobre a escola que temos e para o que queremos;