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quinta-feira, setembro 6

eu mesmo


há quem diga cobras e lagartos da minha pessoa;
como há quem diga outras coisas menos más;
terei perfil para quê?
há quem fale sem saber do que fala; como há quem fale do que não sabe, nem fala do que sabe;
a maravilha da blogosfera é isto mesmo, a possibilidade, quase sem limites de irmos muito para além de nós mesmos;
fica o perfil, para ver se alguém descortina qual será o meu perfil;

sábado, setembro 1

bitaites


referencio aqui ao lado, um colega de há muito, muito tempo;
coisas da escola nos uniram e nunca mais nos separaram, apesar do seu tom excessivamente verde, mas pronto, ninguém é perfeito;
acresce uma visão entre o pragmático e o circunstancial numa lógica que gosta de cruzar o desporto com a cidade e com a escola;
são bitaites interessantes com uma designação ainda mais interessante mais vale ter mau hálito que não ter hálito nenhum; exactamente...

sexta-feira, agosto 31

em frente

e o passado foi lá atrás...
agora é tempo de ir em frente - mas parece que está (ligeiramente) difícil arranjar quem queira ir para aquele lugar;

quinta-feira, agosto 30

e pronto

uns poderão dizer que o tipo está ressabiado;
outros dirão que está magoado, ferido;
outros dirão que até terá alguma parte de razão;
neste momento não procuro racionalizar uma situação individual e menos ainda pessoal;
gostaria de compreender uma situação regional, de actores e interesses regionais que não se conseguem afirmar;
sejam quais forem as razões que me possam ser apontadas - de feitio, de crítica, de ser mais conceptual que operacional - há uma que não conseguirão referenciar, assenta ela nos resultados do trabalho desenvolvido; essa é intocável, na afirmação do movimento associativo, das políticas de juventude, das dinâmicas jovens, na afirmação de uma dinâmica distrital, nos resultados de cada um dos sectores do ipj/évora;
e pronto...

reconhecimento

tenho de me sentir agradecido pelas atenções de que tenho sido alvo; uma espontâneas, outras mais consistentes, uma esperadas outras nem por isso;
os telefonemas foram tais que me conseguiram deitar a bateria abaixo;
apesar de tudo e por tudo, restam-me as amizades e essas são incontornáveis nestes momentos

quarta-feira, agosto 29

e pronto

a vida é como as marés, vão e vêm, umas mais intensas que outras, outras mais frouxas, mas sucedem-se ininterruptamente, umas a seguir às outras;
esta minha maré já passou, chego ao fim de mais um ciclo da minha vida;
a minha (curta) vida política está terminada;
Setembro é tempo de reiniciar na escola, com a mesma determinação, empenho e vontade que sempre coloquei em tudo o que fiz;
só tenho pena do que não fiz, de tudo o resto, consciência tranquilo...
e pronto, chegou ao fim a minha passagem pelo IPJ;

terça-feira, agosto 28

...

costumo dizer, entre o justificativo e o argumentativo, que cada um tem o que merece e o que faz por mercer;
tenho merecido muito, tenho feito para merecer muito, pelo menos de amigos e amizades, porque no resto enfim, enfim...

sexta-feira, agosto 24

apetites

tenho andado sem grande apetite para a escrita;
entre dizer banalidades e estar ausente, opto pela ausência;
fico consciente que não comprometo nada nem ninguém, nem me estendo por onde não devo;
apetites;

sexta-feira, agosto 17

companhias


quase inseparáveis;

memória II


uma outra memória, a propósito de professoras, aqui, provavelmente aquando da realização da 1ª comunhão, acompanhado pela minha professora "primária", Gertrudes Caeiro;
uma memória que me acompanha para o bom e para o mau, como qualquer memória oriunda desse período; proibiu-me (e a um outro colega) de escrever com a esquerda (outros tempos e outras modas), como me prendou (e a muitos outros) com diferentes conjuntos de reguadas consoante os erros ou as omissões; mas consolidou-me estratégias que me permitiram ir em frente, apesar dos custos;

memória


no meio da pouca vontade de me agarrar ao trabalho, dei com uma pasta onde guardo memórias de mim mesmo;
aqui estou eu, teria talvez 4 ou 5 anos, acompanhado com o meu pai;
memórias que nos servem para nos atirar para o futuro;

quarta-feira, agosto 15

nabo


há tempos instalei uma impressora multifunções, do tipo 3 (impressora, scanner, fax) em 1 (um só equipamento);
desde há dias que ando de roda da dita cuja por que não me imprimia; dei voltas e mais voltas, vi e revi procedimentos e ele nada;
sabem o que era? simplesmente o cabo de ligação ao PC que estava desligado;
nabo, pois claro;

sábado, agosto 11

vicio


esta escrita, a que descrevo no blogue, torna-se viciante;
é como uma oportunidade de libertar energias, de racionalizar quotidianos, de pensar publicamente coisas mais individuais - quase que como procurar uma legitimidade exterior ao que interiormente passa por mim;
pelos blogues é possível ver o que por aqui passa e aquilo que aqui fica; pelas escritas é possível perspectivar estados de espírito, personalidades e feitios;
de quando em vez penso em parar, contrariar o vício, descansar da (por vezes excessiva) exposição;
mas acabo por regressar, por querer escrever mais, por estar mais presente;
sinto saudades antes de partir;
é um vício...

quinta-feira, agosto 9

desafios


apesar de sempre me assumir como professor dos ensinos básico e secundário, tenho tido o privilégio (e é assim que o assumo) de passar por diferentes sectores da administração pública nacional, para além de conhecer os diferentes patamares do ministério que enquadro (o tal polvo) desde 1989;
neste período e decorrente da minha passagem por diferentes sectores, tenho tido a oportunidade de conhecer modos de organização, maneiras de proceder, formas de agir, tipos de relacionamento num adquirir de competências e conhecimentos que, de outro modo, me estariam distantes e claramente difíceis de alcançar;
de quando em vez pergunto-me e para quê? apesar das reconhecidas mais valias que me conferem, mesmo no relacionamento e no trato pedagógico, são competências individuais, pessoais mas que me permitem e me facultam uma história rica de aspectos;
têm sido desafios de poder participar não apenas na construção de uma hstória pessoal mas simultaneamente, de procurar acrescentar algo meu e pessoal;
uma coisa de que me orgulho, das múltiplas amizades que já fiz, de regressar aos sítios e ter sempre gente com o qual sinto um prazer especial em me relacionar, em reencontrar;
uma coisa de que não me orgulho tanto, a de dexar as amizades para trás, porque são fruto de momentos e circunstâncias sempre muito específicas e algo politizadas;

de passagem


fez ontem dois anos que cheguei à delegação de évora do ipj;
dois anos de um trabalho diferente para a minha pessoa, um conhecimento de outras realidades e a tomada de consciência de outras dimensões da juventude alentejana e das suas dinâmicas;
face aos resultados já alcançados até parece que foi um longo período; pelas dinâmicas conseguidas até parece que foi ontem que aqui entrei, receoso face às minhas próprias expectativas e capacidades para gerir um novo desafio;
do confronto com a novidade (de parte a parte) superaram-se receios, ultrapassaram dúvidas e ganharam-se outras amizades;
nem tudo está feito, nem tudo está em conformidade, nem tudo é plano num terreno de (re)construção organzacional, nem tudo assenta na amizade e na boa relação;
quanto ao futuro? logo se verá...

terça-feira, agosto 7

ausência de ruído


esta semana os filhotes estão de férias dos pais (o vice-versa é mais delicado/complicado);
fui ontem deixá-los a um campo de férias para, durante uma semana, descobrirem outros olhares (é uma grande designação), outras amizades, outros pontos de vista e descobrirem, eventualmente, que este país é um moisaco de oportunidades;
pois é, mas os pais, quais galinhas, cá ficam, sem saberem onde pôr as mãos;
não se estranha o silência da casa, estranho a ausência de ruídos, daqueles sons tipicos da pequenada, de embirrar com o irmão(irmã), de gritarem por isto ou por aquilo, do som alto da tv,...
enfim, coisas necessárias (pensamos nós) para que possam crescer no meio das dúvidas e nelas se construirem;
mas que estamos desejosos que passe a semana, lá isso estamos;

domingo, agosto 5

geito


tenho de reconhecer que, apesar de simpatizar, nunca tive muito geito para as questões do bricolage;
eu bem que insisto e desde há uns tempos, comprei ferramentas, montei uma bancada e persisto na tentativa; quase sempre frustrada;
ondem, de roda da máquina de lavar roupa que persistia em não trabalhr, apanhei um choque que me terá posto o coração a trabalhar mais ritmadamente;
é para aprender que, aquilo que não se sabe, é preferível não fazer;

sábado, agosto 4

re-encontros


ontem tive a oportunidade de re-encontrar um colega de curso;
afastado para a sua terra, passou por estas bandas para matar saudades e mostrar aos filhotes por onde andou em tempos;
curiosidade, o dito é colega do Miguel, na mesma escola - o mundo é pequeno e Portugal ainda mais;
no meio da conversa, referência para aqueles pontos que nos unem, Évora, a Universidade e a História;
de Évora diz que que fica com a sensação que se aburguesou, que cresceu sem rei nem roque, que afirmou uma identidade que ele, no tempo em que por aqui esteve, não reconhece; nada de melhor para (re)conhecermos a nossa terra do que ouvirmos outros pontos de vista, outras ideias;
da Universidade fala do que ouve falar, que ocupou a cidade, que se encontra sem rumo, que se perde no meio das angustias do ensino superior;
da História, a paixão de reconhecer o gosto e o estudo que lhe devotamos - ele mais que eu;
um re-encontro que tenho pena que não aconteça mais vezes e que não sejam ocasionais;
não sei por onde andam grande parte daqueles que, comigo, partilharam alegrias e tudo o mais durante um período que nos foi comum; de tão intenso que foi uns cansaram-se das companhias, outros debandaram e outros talvez se tenham esquecido das cumplicidades;

terça-feira, julho 31

nada disso

a última que devia ter sido a primeira;
não, não fui de férias, apenas uma pausa pedagógica para disfrutar do calor alentejano;
é doidice, eu sei, mas nem todos os fins-de-semana podem ser apreciados acima dos 40 (de)graus;
é obra que se precisa de apreciar e não me apeteceu escrever, estava quente demais, os miolos ferviam e as ideias esturricavam;
para continuar, até ao próximo momento;

segunda-feira, julho 23

na me apetece


hoje estou em dia em que não me apetece escrever;
não é por falta de ideias, é mais por manifesta ausência de vontade;
há dias assim...