já por mais de uma vez eu e outros referimos a importância e a pertinência de alguns comentários, alguns dos quais dariam origem a outras ideias, a outras escritas.
Porque considero deveras pertinente a referência e já que faço chamadas para quem me zurze, é também de toda a justiça, digo eu, chamar a atenção de quem por aqui para passa para este comentário do José Teixeira.
Acreditem, vale bem a pena, percebermos que existem outras ideias e outras práticas, que não somos todos iguais, que as diferenças são fundamentais, como fundamental é conhecer esta pluralidade de ideias e práticas que a todos enriquece, ou devia enriquecer.
Obrigado ao José.
sábado, dezembro 11
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1 comentário:
Obrigado pela chamada de atenção para o comentário. Mas, voltando à vaca fria, não lhe parece que até um certo ponto a arquitectura das nossas escolas mais do que condicionar as nossas práticas, repete, reproduz e representa os nossos hábitos de trabalho estritamente individualistas? De algum modo - não sei se exagero - a arquitectura das nossas escolas vai precisamente ao encontro das nossas rotinas. Serve-nos como uma luva. Ajusta-se perfeitamente ao trabalho solitário de planeamento e de produção intelectual que caracteriza a escola em que vivemos. Para mudar é preciso fazer uma de duas coisas, ou talvez as duas em momentos diferentes: flexibilizar e reinventar a gestão do espaço disponível; mudar o espaço e a tipologia das escolas. A primeira opção exige imaginação e vontade, boa gestão criativa e pró-activa - a segunda exige uma nova concepção do parque escolar e decisão política.
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